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Novo modelo Renault remete ao passado

Novo conceito elétrico apresentado evoca clássico francês dos anos 70!

O mundo do automóvel sempre esteve em constante evolução, mas alguns designs parecem desafiar o tempo, evocando emoções e paixões mesmo décadas após seu lançamento. O Renault 17, um clássico francês dos anos 1970, foi um desses carros que conquistou admiradores por seu design único e esportividade. Agora, o modelo renasce em uma versão moderna e sustentável, batizada de “R17 Electric Restomod”, que une o charme vintage ao futuro da mobilidade elétrica.

(Foto: R17 Electric Restomod ilustração digital de conceito que pode ser apresentado)

O conceito de “restomod” é uma tendência crescente que envolve restaurar carros clássicos, preservando seu design original, mas atualizando sua mecânica com tecnologias modernas. No caso do R17 Electric Restomod, a essência estética do Renault 17 foi mantida, desde suas linhas aerodinâmicas até o interior retrô, mas agora ele é movido por um motor elétrico de última geração. Esta abordagem oferece aos entusiastas uma nova forma de experimentar um ícone do passado, combinando nostalgia e sustentabilidade.

O design dos carros antigos, como o do Renault 17, é um testemunho de uma era onde a criatividade e a inovação eram fundamentais para se destacar em um mercado cada vez mais competitivo. Nos anos 1970, a Renault se destacou com seu modelo coupé esportivo, que rapidamente se tornou um símbolo de ousadia e estilo. Essa herança visual não apenas atravessou o tempo, mas também influenciou gerações de designers que, até hoje, buscam inspiração na elegância e na identidade única desses veículos.

O R17 Electric Restomod vai além da simples modernização; ele é uma homenagem ao legado de um design que marcou época. Para os amantes dos carros clássicos, a preservação desses modelos não é apenas uma questão de nostalgia, mas também de reconhecimento de seu valor histórico e cultural. Em um mundo onde a tecnologia avança rapidamente, restomods como o R17 permitem que esses ícones continuem vivos, lembrando-nos de um tempo em que o design automotivo era uma arte à parte.

A transição para a mobilidade elétrica, embora necessária e inevitável, levanta questões sobre a preservação do prazer de dirigir e da conexão emocional com os carros. O R17 Electric Restomod responde a esse dilema ao manter a essência de um clássico, mas adaptando-o às demandas ambientais atuais. Ele simboliza um ponto de encontro entre passado e futuro, mostrando que é possível manter viva a paixão pelos automóveis enquanto se caminha em direção a um mundo mais sustentável.

Em última análise, a criação do R17 Electric Restomod é um tributo ao poder do design atemporal e à paixão que os carros antigos ainda despertam. Ele prova que os clássicos nunca morrem; apenas se reinventam para continuar inspirando novas gerações. Seja para os puristas, que apreciam a originalidade, ou para os entusiastas modernos, que valorizam a sustentabilidade, o R17 Electric Restomod representa um futuro em que o amor pelos carros e o respeito pelo meio ambiente andam de mãos dadas.

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Honda NSX que pertenceu a Ayrton Senna vai a leilão com lance milionário

Para os apaixonados por automobilismo e fãs saudosos de um dos maiores ídolos do esporte mundial, uma oportunidade única e histórica acaba de surgir, desde que se tenha uma conta bancária bem recheada. O emblemático Honda NSX vermelho que pertenceu a Ayrton Senna irá a leilão no próximo dia 31 de outubro de 2026, em Londres, durante a prestigiada London Motor Week. A venda será organizada pela renomada casa de leilões RM Sotheby’s e promete movimentar colecionadores do mundo inteiro em busca de um pedaço material da história da Fórmula 1. O DNA de um campeão A ligação de Senna com o esportivo japonês vai muito além do título de proprietário. O tricampeão teve uma participação fundamental e ativa no desenvolvimento do projeto do NSX. Durante a era vitoriosa da McLaren equipada com motores Honda, a montadora japonesa convidou o brasileiro para testar os primeiros protótipos de seu novo supercarro no circuito de Suzuka, no Japão. Com base no “feedback” exigente do piloto, a Honda fez diversas alterações cruciais no modelo antes do lançamento, incluindo o enrijecimento da estrutura do chassi em cerca de 50% e um grande refinamento na calibração da suspensão. O objetivo? Rivalizar de frente com gigantes da época, como Ferrari e Porsche. Como forma de agradecimento pelas contribuições inestimáveis, a Honda presenteou o piloto com três unidades do veículo. O exemplar que agora busca um novo dono é o único na deslumbrante cor Formula Red com teto e interior revestido em couro preto (produzido em 1991, sob o chassi número JHMNA11500T000233). O refúgio de Senna em Portugal Registrado em Portugal no dia 22 de março de 1991 (sob a placa SX-25-59), o carro ficava à inteira disposição de Senna sempre que ele visitava a Europa. Era o veículo que o piloto costumava usar para se deslocar do aeroporto até o resort Quinta do Lago, no Algarve, onde tinha uma propriedade, bem como em viagens para o Autódromo do Estoril. O NSX vermelho ficou eternizado na memória afetiva dos fãs após uma famosa fotografia em que Ayrton aparece de forma descontraída, lavando este exato carro no jardim de sua casa portuguesa. Trajetória pós-1994 e cifras milionárias Após o trágico acidente que tirou a vida do piloto em 1994, o esportivo permaneceu por muitos anos guardado em solo português. Em 2009, foi adquirido por um colecionador local e, posteriormente, passou para as mãos do britânico Robert McFagan. Em 2019, o carro ganhou os holofotes mais uma vez ao ser levado a Ímola, na Itália, para as homenagens que marcaram os 25 anos do legado do brasileiro. Agora, as expectativas para o arremate são altíssimas. Segundo as avaliações prévias da RM Sotheby’s, o carro deve receber lances variando entre 500 mil e 800 mil libras esterlinas. Em conversão direta, isso significa que a máquina de Senna pode trocar de mãos por cifras que vão de R$ 3,7 milhões a mais de R$ 7 milhões. Para quem arrematar o lote, o prêmio não será apenas levar para a garagem um esportivo clássico em excelente estado de conservação, mas herdar um símbolo da vida íntima do nosso eterno campeão.

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Fiat celebra 50 anos no Brasil com miniaturas históricas

Ação comemorativa “Fiat Collection” mira o coração dos colecionadores ao eternizar ícones da marca em escala reduzida. Promoção ainda sorteará viagens para as fábricas no Brasil e na Itália. Para nós, apaixonados pelo antigomobilismo e pela preservação da história automotiva, 2026 marca um ano emblemático: o cinquentenário da Fiat no Brasil. Desde a inauguração do polo automotivo de Betim (MG) em 1976, a montadora italiana deixou uma marca indelével nas ruas do país e, consequentemente, nas garagens de muitos colecionadores.

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Gasolina E32 chegou aos postos

Desde o dia 1º de agosto, a gasolina comercializada nos postos brasileiros passou a contar com 32% de etanol anidro. O que antes figurava como debate no Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) consolidou-se como realidade operacional em todo o país. Essa alteração insere-se em uma estratégia macroeconômica do governo federal para conter a volatilidade internacional do petróleo e reduzir a necessidade de importação de combustível. Contudo, o arcabouço legislativo traz desdobramentos ainda mais amplos, impulsionados pelas diretrizes do programa Combustível do Futuro, que já estabelece margem legal para que a mistura alcance até 35% de etanol nos próximos anos.

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