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Chevette completa 50 anos em 2023, conheça a história dessa lenda!

O Chevette completa em 2023, 50 anos; Seu primeiro modelo foi lançado em 1973, neste ano dividiu atenções com modelos como Volkswagen Brasília, Ford Maverick e o Dodjinho. O modelo tinha como principal inspiração a quarta geração do Opel Kadett, lançado na Europa, porém o Chevette “brazuca” foi lançado antes que a versão europeia.

Chevette Tubarão

Carinhosamente apelidada de Tubarão, o modelo contava com uma carroceria mais emblemática da série Chevette. Tinha faróis circulares emoldurados, luzes de direção localizadas abaixo do para choque, grade com lâminas finas e lanternas retangulares.

Equipado com um motor 1.4, com potência de 68cv, câmbio de quatro marchas e tração traseira, além de, freios dianteiros a disco como opcional.

O modelo contou também, com uma versão que marcou época, lançado em 1975, o esportivo GP, com faixas pretas no capô, laterais e na tampa do porta malas, faróis de neblina. Porém, sob o capô o Chevette “esportivo” trazia o mesmo motor. Dois anos depois a Chevrolet lançaria outro versão da proposta, o GP II, mas ambos não tiveram muito sucesso no mercado.

Chevrolet Chevette SL 1973

Chevette Hatch, Perua e Caminhonete

Em 1978, o modelo ganhou sua primeira reestilização. O adotou adotou uma grade bipartida, linhas no capô e novo desenho interno da lanterna. No ano seguinte o modelo ganhou uma família, com a opção de carroceria quatro portas.

A versão hatch da família trazia uma ampla abertura do porta malas, além dos bancos rebatíveis. Para quem precisava de espaço sem abrir mão do banco traseiro, o ideal era a perua Marajó. Para completar a família, a picape Chevy 500 só entrou para a família em 1984.

E mais uma vez a Chevrolet lançou uma novidade para manter a linha interessante para o mercado. Em 1980 o modelo ganhou uma lanterna bem maior e para-choques mais largos, com aplique de plástico. Nesse ano passou-se a ter a opção do motor 1.4 a álcool, com 69cv brutos.

No ano seguinte o Chevette adotou faróis quadrados. Também em 1981 foi lançada a versão esportiva do hatch, denominada S/R, com motor 1.6 a gasolina (76cv líquidos), faróis de neblina, aerofólio, faixas em degradê e forração quadriculada nos bancos.

Uma reestilização mais abrangente, a segunda na história do modelo, viria em 1983. O veículos ganhou faróis retangulares, grade inteiriça, frisos laterais em plástico, lanternas retangulares, capô e tampa traseira mais planos. Nas laterais, a novidade era a incorporação de quebra ventos. O motor 1.6, agora com opção a álcool (72cv líquidos), equipava toda a linha. Em 1985 o modelo passou a ter como opcional o câmbio automático, e em 1987 ganhou novamente pequenas alterações como por exemplo, lanternas maiores, nova grade e para choques.

Chevette Hatch SR 1.6

Fim da era do icônico modelo

No mesmo ano em 1987 o modelo com carroceria hatch e sedan de quatro portas saíram de linha. Em 1988 a linha adotou o motor 1.6/S, um pouco mais potente, com 81cavalos a álcool ou 73 cavalos a gasolina, ambos com carburador de corpo duplo. Em 1989 a fabricação da Marajó foi também foi encerrada.

O Chevette Junior, com motor 1.0 de 50cv e acabamento simplificado, chegou ao mercado em 1992. No ano seguinte a Chevrolet fez outra tentativa de tornar o modelo popular lançando a versão L, com design mais simples e motor 1.6; Mas logo em seguida em 1993 o sedan de duas portas saiu de linha, restando apenas a Chevy no mercado, que encerraria seu estrelato dois anos depois.

Chevette Junior 1.0

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