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Lada Niva, o clássico a mais tempo em linha de produção!

Lançado em 1977, o Niva seguirá até 2027 quando completa 50 anos

Lançado no ano de 1977, o Lada Niva assegurou sua continuidade graças aos eventos desencadeados pela Guerra da Ucrânia, e está programado para permanecer em produção por pelo menos meio século.

(Foto:Imagem oficial de divulgação)

O Lada Niva figura entre os automóveis com maior longevidade de produção no mundo, mantendo-se notavelmente inalterado ao longo dos anos, e projeta manter essa característica por um período substancial. Inicialmente introduzido em 1977, durante a era da União Soviética, esse jipe russo está atualmente sendo preparado para celebrar seu quinquagésimo aniversário de produção.

Segundo revelou Maxim Sokolov, o atual CEO da AutoVAZ, em uma entrevista ao periódico russo Kommersant, o Lada Niva chegará ao marco de meio século de existência mantendo a essência original concebida na década de 1970, baseada no projeto do Fiat 124.

Essa decisão assinala uma mudança de planos por parte da Lada, ocasionada pelos desdobramentos decorrentes da Guerra da Ucrânia. Anteriormente propriedade da Renault, que já estava trabalhando em uma nova geração do SUV baseada no Sandero, mas preservando o design clássico, a Lada foi repassada ao controle da iniciativa pública russa após a fabricante francesa vender sua participação de 67% e sair do país. O plano inicial era aposentar a versão original, agora denominada Niva Legend, em 2025.

Desde então, a Rússia tem tentado contornar as sanções internacionais, adotando estratégias como a redução de componentes tecnológicos em seus veículos ou buscando a nacionalização de partes essenciais. A decisão de manter em produção um veículo tão robusto como o Lada Niva faz, agora, todo o sentido. Isso também é refletido nas vendas, que há tempos não atingiam números tão promissores, como os 3.135 veículos vendidos em junho. Sokolov observou: “Isso testemunha a popularidade de um veículo notável, com um design que resistiu ao teste do tempo e que, hoje, desfruta de um ressurgimento, com suas vendas em ascensão.”

(Foto:Imagem oficial de divulgação)
(Foto:Imagem oficial de divulgação)

No entanto, essa escolha não implica que o jipe permanecerá estático em termos de atualizações. A Lada planeja lançar uma edição comemorativa em honra aos 50 anos do Niva, que não apenas traria consigo atualizações visuais, mas também uma substancial modernização de sua mecânica.

Essa perspectiva é especialmente relevante, considerando que as atualizações recentes foram relativamente modestas. Em 2009, foram introduzidos novos bancos, amortecedores revisados, um painel redesenhado, embreagem dimensionada adequadamente e freios mais potentes. A versão de 2020 finalmente incorporou comandos giratórios para o ar-condicionado, tomadas de 12V e um painel de instrumentos com computador de bordo.

O próximo passo consiste em aproveitar a herança da Renault e implantar o motor 1.6 8V do Lada Vesta em uma configuração longitudinal, uma vez que ele atualmente é usado em uma orientação transversal. Isso também abriria caminho para uma versão esportiva do chamado Niva Sport, equipada com um motor 1.6 16V de 122 cv, marcando a primeira vez que um motor com duplo comando de válvulas seria aplicado ao pequeno 4×4 de fábrica.

Essa medida visa aumentar a potência e o torque, uma vez que o Niva ainda é equipado com o motor 1.7 de 83 cv e 13,2 kgfm, capaz de atingir 100 km/h em 17 segundos. No entanto, devido às sanções, é provável que as vendas permaneçam predominantemente restritas ao mercado russo e a nações aliadas.

 

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Veículos de frota usados pela própria empresa, sem cobrar pelo transporte, também levam a placa preta. O mesmo vale para quem trabalha com transporte por aplicativo: esses motoristas não são obrigados a trocar para a placa vermelha. Comercial — Caracteres Vermelhos Identifica as categorias “aluguel” e “aprendizagem” do CTB, ou seja, veículos usados para transportar pessoas ou cargas mediante pagamento. Entram aqui táxis, ônibus, vans escolares, moto-táxis, caminhões de frete, carros de locadoras e veículos de autoescola. Quem dirige um veículo de placa vermelha em atividade remunerada precisa ter a observação “exerce atividade remunerada” (EAR) na carteira de habilitação. Táxis, por exemplo, também precisam de taxímetro nos municípios com mais de 50 mil habitantes. Oficial — Caracteres Azuis Exclusiva de veículos do poder público nas esferas municipal, estadual e federal. Estão nessa categoria os carros de prefeituras, governos, câmaras, tribunais e autarquias, além de viaturas policiais e ambulâncias da rede pública. O veículo é registrado em nome do órgão público e só pode ser usado a serviço dele. Por isso, a placa azul ajuda a fiscalização e a população a identificar o uso de bens públicos nas ruas. Diplomática — Caracteres Dourados Reservada a embaixadas, consulados, organismos internacionais e seus representantes credenciados no Brasil. É a placa mais rara de se ver nas ruas, concentrada principalmente em Brasília e nas capitais com representações estrangeiras, como São Paulo e Rio de Janeiro. A placa dourada sinaliza que o veículo tem as isenções e imunidades previstas em tratados internacionais, como a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas. Experiência e Fabricante — Caracteres Verdes Usada em veículos que ainda não estão liberados para circulação comercial. Há dois casos principais: Fabricante: montadoras e fabricantes de veículos, pneus, peças e sistemas usam a placa para testar protótipos e carros em homologação nas vias públicas. Experiência: empresas que compram, vendem, reformam, montam ou desmontam veículos usam a placa para deslocamentos ligados a essa atividade. Nesse caso, ela só vale na área da autoridade de trânsito que a emitiu. A autorização é concedida pelo Detran à empresa, não ao veículo, e precisa ser renovada todo ano. Entre as exigências estão alvará de funcionamento, seguro de responsabilidade civil contra terceiros e um livro de registro das saídas. Os documentos exatos variam conforme o estado. Coleção (válida no Mercosul) — Caracteres Cinza-Prata Versão da placa de coleção com fundo branco e letras cinza-prata. Leva o emblema do Mercosul e permite circular por todos os países do bloco, o que interessa a quem participa de encontros e ralis na Argentina, no Uruguai ou no Paraguai. Até junho de 2022, era a única opção para veículos de coleção no padrão Mercosul. As exigências para obtê-la são as mesmas da placa preta, explicadas mais abaixo. Coleção (válida só no Brasil) — a Placa Preta Fundo preto com caracteres brancos ou prateados, resgatando o visual clássico que identifica os carros antigos no Brasil desde a década de 1990. Foi criada pela Resolução Contran nº 887/2021 e passou a ser emitida em 1º de junho de 2022. Por ser exclusiva do Brasil, não leva o emblema do Mercosul e só vale dentro do território nacional. Quem pretende viajar com o carro para outro país do bloco precisa usar a versão branca com letras cinza-prata. A placa de coleção em detalhe A placa preta voltou a ser emitida em 1º de junho de 2022, depois de um pedido dos antigomobilistas atendido pelo Contran. Com a chegada do padrão Mercosul, os veículos de coleção tinham passado a usar apenas a placa branca com letras cinza. Para ter direito à placa de coleção, o veículo precisa cumprir as regras da Resolução Contran nº 957/2022: ter mais de 30 anos de fabricação, seja nacional ou importado; manter pelo menos 80% de originalidade; ter o Certificado de Veículo de Coleção (CVCOL), emitido em nome do proprietário, com QR Code e validade de cinco anos. O proprietário pode escolher entre as duas versões. A placa preta é a mais tradicional, mas só vale no Brasil. Para viajar pelos países do Mercosul, é preciso usar a placa branca com letras cinza-prata. Atenção a um erro comum: a placa branca com letras cinza não é uma categoria para “coleção modificado”. A Resolução 957 chegou a prever a placa de coleção para veículos modificados, mas esse trecho foi revogado logo depois. Hoje, só veículos originais podem receber qualquer uma das duas placas de coleção.

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Documentário da Netflix revisita temporada mais dramática da Fórmula 1

O ano de 1994 e o nascimento de um gigante Três décadas após a sua realização, a temporada de 1994 da Fórmula 1 permanece como um dos capítulos mais marcantes e complexos da história do desporto motorizado. Foi o ano em que o jovem piloto alemão Michael Schumacher conquistou o seu primeiro campeonato mundial de pilotos ao volante do lendário Benetton B194. Com lançamento agendado para 2 de outubro na plataforma de streaming Netflix, o documentário “Schumacher 94: Nasce Uma Lenda” propõe um novo olhar sobre essa jornada inesquecível. Ao longo de 105 minutos de duração, a obra combina imagens de arquivo raras com entrevistas inéditas para reconstruir as vitórias e as intensas disputas vividas dentro e fora das pistas. Bastidores, família e a virada trágica em Ímola Um dos grandes destaques da produção é o vislumbre humano da ascensão do piloto alemão. O documentário conta com a participação especial de Corinna Schumacher, esposa do piloto, que partilha memórias sobre os desafios, a gestão da fama repentina e a rotina do casal durante aquele ano decisivo. Contudo, a narrativa não se esquiva da sombra que marcou o campeonato. O trágico fim de semana do Grande Prémio de São Marino, em Ímola, que resultou na morte do tricampeão mundial Ayrton Senna, é abordado como um momento central do documentário. A produção examina como a perda de Senna transformou radicalmente a perceção de risco entre os pilotos da época e desencadeou uma revolução sem precedentes nas exigências de segurança da categoria. A temporada que encerrou a era romântica da Fórmula 1 O ano de 1994 é frequentemente apontado por historiadores do automobilismo como o fim definitivo da “era romântica” da Fórmula 1. Antes daquele campeonato, a categoria ainda preservava uma essência na qual a coragem desmedida, o heroísmo e a pilotagem visceral falavam mais alto do que as limitações da engenharia. No entanto, a alteração abrupta no regulamento, que baniu as assistências eletrônicas no início daquele ano, tornou os carros mais instáveis e difíceis de domar. As sucessivas tragédias e acidentes forçaram a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) a repensar completamente o design das pistas, a ergonomia e resistência dos cockpits, e a própria filosofia de construção dos bólidos, transformando o desporto num ambiente muito mais clínico e regulamentado. Reviva o último grande ídolo da velha geração Assistir a este resgate histórico é, também, uma oportunidade ímpar para reviver os derradeiros momentos de Ayrton Senna nas pistas, indiscutivelmente o último grande ídolo daquela geração clássica. A temporada de 1994 representava o tão aguardado embate entre o tricampeão já consagrado que carregava a mística dos anos de ouro da categoria e o prodígio alemão em franca ascensão. A obra serve como um retrato dessa passagem de bastão interrompida de forma tão brutal, ilustrando como o mito do heptacampeão Schumacher começou a ser forjado no exato instante em que o mundo se despedia do seu herói mais reverenciado.

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