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Conheça o Rallye Monte Carlo Historique

O mais charmoso e tradicional Rally de clássicos do mundo!

O Rallye Monte-Carlo Historique é um evento que remonta às raízes do automobilismo e da competição de rali. Ele é uma recriação do famoso Rallye Monte-Carlo, que foi estabelecido em 1911 como uma corrida de resistência e velocidade que começava em diferentes cidades europeias e convergia para Monte Carlo, no Principado de Mônaco. O Rallye Monte-Carlo original era conhecido por suas condições climáticas imprevisíveis, passando por estradas de montanha sinuosas e frequentemente cobertas de neve e gelo, criando um desafio excepcional para os pilotos.

(Foto: Divulgação dupla campeã da edição de 2023)

O Rallye Monte-Carlo começou a ganhar notoriedade no início do século XX, tornando-se uma competição prestigiada no mundo automobilístico. No entanto, devido a preocupações de segurança e pressões políticas, o formato original da corrida foi gradualmente modificado. O rali transformou-se em um evento mais centrado na regularidade e na navegação, com uma ênfase menor na velocidade pura. Essa mudança de foco levou à criação do Rallye Monte-Carlo Historique.

Rallye Monte Carlo Historique 2017
(Foto: Divulgação Rallye Monte Carlo Historique 2017)
(Foto: Divulgação acm.mc/)

O Rallye Monte-Carlo começou a ganhar notoriedade no início do século XX, tornando-se uma competição prestigiada no mundo automobilístico. No entanto, devido a preocupações de segurança e pressões políticas, o formato original da corrida foi gradualmente modificado. O rally transformou-se em um evento mais centrado na regularidade e na navegação, com uma ênfase menor na velocidade pura. Essa mudança de foco levou à criação do Rallye Monte-Carlo Historique.

O Rallye Monte-Carlo Historique foi inaugurado em 1998 para celebrar a história do rally original e recriar o espírito da competição de décadas passadas. O evento é conhecido por seu formato de regularidade, que valoriza a precisão e a habilidade de navegação dos participantes em vez da velocidade máxima. Os carros participantes são modelos clássicos de várias épocas, muitos deles restaurados e preparados especialmente para o rally.

(Foto: Cartaz de divulgação oficial da 25° edição, de Janeiro de 2023)

A cada ano, o Rallye Monte-Carlo Historique parte de diferentes cidades europeias, como Barcelona, Glasgow, Oslo e Reims, entre outras. Os competidores enfrentam condições variáveis de estrada, desde estradas secas até passagens cobertas de neve e gelo, proporcionando um desafio diversificado. O rally é conhecido por sua atmosfera festiva e pela participação de equipes de todo o mundo, reunindo entusiastas de carros antigos e de corrida.

O Rallye Monte-Carlo Historique continua a celebrar a história do automobilismo e a honrar a tradição do rali original, mantendo viva a herança do esporte e proporcionando aos participantes uma experiência única de competição e aventura.

Em 2023 o evento chegou a sua 25° edição, e teve as seguintes cidades como locais de partida, Reims (França), Turim (Itália), Oslo (Noruega), Bad Hombourg (Alemanha) e Londres (Inglaterra). A largada foi dada em 24 de Janeiro, e os participantes seguiram rumo a Monte Carlo, passando por diversos parques de exposição no caminho, e apreciando a belíssima e incomparável paisagem rural europeia.

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Tom Cruise confirma sequência de “Dias de Trovão” para 2028

Trinta e oito anos após fazer urrar os propulsores Chevrolet V8 no asfalto sagrado de Daytona, Cole Trickle está pronto para calçar a sapatilha de corrida e ajustar o cinto de seis pontas novamente. Em anúncio feito diretamente do circuito de Daytona, Tom Cruise oficializou a produção da sequência direta do clássico Dias de Trovão (1990), obra que marcou a era de ouro do cinema de velocidade e alimentou a paixão de uma geração pelo automobilismo norte-americano. Para os entusiastas do antigomobilismo e das pistas, o longa original é uma relíquia imortal da cultura petrolhead. Dirigido pelo saudoso Tony Scott, o filme capturou a essência puramente mecânica da NASCAR dos anos 1990, uma época de carros com chassi tubular, carburação pesada, pouca aerodinâmica e disputas puramente no braço, sem auxílio de telemetria em tempo real. A nova produção promete resgatar esse DNA raiz, mas sob o prisma da competitividade contemporânea. O roteiro deve colocar Trickle em um cenário onde a engenharia de precisão e a gestão de equipe dividem o protagonismo com o talento bruto do piloto. Ficha Técnica e Bastidores A Paramount Pictures e a equipe de produção montaram uma estrutura focada em entregar o mesmo realismo prático que consagrou os últimos trabalhos de Cruise no cinema: Data de Lançamento: Agendado para 2 de junho de 2028 nos cinemas. Elenco: Tom Cruise reprisa o papel do icônico piloto Cole Trickle. A atriz Anne Hathaway junta-se ao projeto para interpretar uma engenheira de pista e proprietária de equipe. Direção e Roteiro: Direção de Jonathan Levine com roteiro assinado por Will Staples. Produção: Reunião de Tom Cruise com o lendário produtor Jerry Bruckheimer, além de Tommy Harper. Captura de Imagem: Filmagens confirmadas com câmeras IMAX acopladas diretamente aos stock cars em circuitos oficiais, priorizando o ronco real dos motores e a sensação de velocidade sem abuso de CGI. O retorno de Cole Trickle promete reacender o debate entre a nostalgia dos velhos tempos do automobilismo e a eficiência da era moderna nas pistas.

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Gasolina pura nos postos? Proposta de lei ganha força no Senado!

A discussão sobre os impactos do teor de etanol na gasolina brasileira ganhou um novo capítulo no Congresso Nacional. Uma Ideia Legislativa apresentada no portal e-Cidadania do Senado Federal superou a marca de 20 mil apoios populares, alcançando o requisito formal para ser convertida em Sugestão Legislativa e entrar na pauta oficial de comissões da Casa. A proposta surge em um momento crítico, onde os testes para a implementação da gasolina E32 (32% de etanol anidro) pela Lei do Combustível do Futuro deixam colecionadores e restauradores em estado de alerta. O que prevê a proposta em tramitação? A iniciativa popular não busca substituir a gasolina de massa e nem reduzir o incentivo aos biocombustíveis. O objetivo central é criar uma salvaguarda para motores de concepção antiga e sistemas de alimentação sensíveis: Oferta Adicional de E0 e E10: Assegurar a venda opcional de Gasolina Pura (E0, sem adição de etanol) e/ou Gasolina E10 (com teor fixo de até 10% de etanol) em postos de combustíveis. Preservação Mecânica: Proteger veículos de coleção, modelos importados sem tecnologia flex, motocicletas antigas, embarcações e equipamentos de época que sofrem com ressecamento de mangueiras, corrosão de carburadores e travamento de bombas. Liberdade de Escolha: Permitir que o proprietário pague pela especificação técnica adequada ao seu patrimônio. Os gargalos práticos Embora a avanço da proposta no Senado represente um marco de mobilização para o setor, o caminho até os postos enfrenta barreiras operacionais expressivas. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) mantém a obrigatoriedade da mistura para a frota geral, enquanto entidades da revenda alertam para a limitação de tanques subterrâneos nos postos urbanos para estocar um combustível de nicho. A Federação Paulista de Antigomobilismo (FPA) acompanha de perto o desdobramento da matéria. Proteger a frota histórica não significa opor-se à transição energética, mas sim garantir que a memória automotiva do país não seja inviabilizada por incompatibilidade química de combustível. Para quem mantém um clássico na garagem, a recomendação enquanto a legislação avança é manter a revisão da linha de alimentação em dia, utilizar aditivos condicionadores de qualidade e dar preferência a gasolinas de alta octanagem em locais de confiança.

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A história do Fusca Anfíbio no 1º Salão do Automóvel em São Paulo (1960)

Quando a Volkswagen do Brasil planejava sua participação no 1º Salão do Automóvel de São Paulo, realizado no Parque do Ibirapuera em novembro de 1960, o Departamento de Testes foi acionado para um projeto inusitado. Inicialmente focado em estudar a eficiência da vedação do sedã, o experimento se transformou em uma das maiores atrações do evento: um Fusca que navegava pelas águas do lago do Ibirapuera. O Segredo da Flutuação Para o olhar desatento, parecia mágica; para a engenharia, era pura aplicação de física. O modelo não recebeu flutuadores externos. O segredo começava na própria estrutura natural do carro. O icônico assoalho do Fusca, já conhecido por ser totalmente plano e fechado por baixo (como uma chalana), criou a base perfeita para a flutuação. Os engenheiros da fábrica se concentraram em aprimorar a vedação das portas e isolar completamente o compartimento do motor. Propulsão e Manobras E como ele se movia na água? A tração não vinha das rodas traseiras rodando em falso. O motor foi encapsulado em uma estrutura metálica e o escapamento foi elevado para impedir a entrada de água. O toque de mestre foi a instalação de uma hélice adaptada diretamente sob o para-choque traseiro. Essa hélice extraía força diretamente do virabrequim do motor boxer a ar, impulsionando o carro a uma velocidade média de navegação de cerca de 10 km/h (aproximadamente 5 nós). Para as manobras, o sistema era incrivelmente simples: as próprias rodas dianteiras serviam como leme na água, permitindo que o carro curvasse e retornasse às margens do lago de maneira controlada. Como medida de segurança extra (a famosa redundância na engenharia), uma bomba d’água de porão foi instalada sob o banco, caso ocorresse alguma infiltração inesperada durante a exibição. O Sucesso no Rio de Janeiro O sucesso em São Paulo foi tanto que a experiência foi levada à Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Lá, o jornalista (e futuro grande publicitário) Mauro Salles assumiu o volante, ou seria o leme? para uma navegação experimental. O relato de Mauro comprova a eficácia do isolamento: “Dirigi o tempo todo de sapatos e meias, e só os molhei quando, ao descer do sedan, pisei em uma poça de chuva”. Memória Viva na FPA Hoje, a imagem desse Fusca no Ibirapuera (recentemente resgatada pelo perfil oficial do Parque e páginas de antigomobilismo) nos lembra que a história do automóvel brasileiro é rica em experimentações, ousadia e engenharia mecânica pura. Preservar essa memória não é apenas falar sobre carros parados em garagens, mas sobre o que eles representavam para a inovação da época.

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