FEDERAÇÃO PAULISTA DE ANTIGOMOBILISMO | CARREGANDO...
Sincronizando clima e horário...

Semana Nacional de Trânsito-2023

“No trânsito, escolha a vida!”

A Semana Nacional do Trânsito é anualmente celebrada entre os dias 18 e 25 de setembro, conforme estipulado no Código de Trânsito Brasileiro. Durante todo o ano, mas com maior ênfase neste mês, os órgãos e entidades que compõem o Sistema Nacional de Trânsito se dedicam a uma série de atividades voltadas para a educação, fiscalização e aprimoramento da infraestrutura viária, visando colaborar conjuntamente na criação de ambientes de tráfego mais seguros e ecologicamente sustentáveis.

(Foto: material oficial da campanha) Divulgação Ministério dos Transportes

No mesmo período, é também celebrada a Semana Nacional da Mobilidade, que coincide com o Dia Mundial sem Carro, em 22 de setembro. O propósito da Semana é estimular uma reflexão sobre nossos hábitos de deslocamento nas cidades e os sérios impactos ambientais e sociais decorrentes do uso excessivo de veículos automotores.

Sob o lema “No trânsito, escolha a vida”, a mensagem das Campanhas Educativas de Trânsito deste ano direciona os esforços da Semana Nacional do Trânsito para mobilizar a sociedade na construção de uma cultura de segurança viária mais sólida e consistente. Os conceitos fundamentais, como o cuidado com os grupos mais vulneráveis, a redução da velocidade do tráfego, a promoção da acessibilidade e a busca pela sustentabilidade, são elementos centrais tanto na Semana da Mobilidade quanto na Semana Nacional de Trânsito, norteando as ações educativas durante esse período.

Gostou do conteúdo? Compartilhe!

Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp

Por que a Kombi Tem um Dia Só Dela no Brasil?

Se você cruzar com uma “Velha Senhora” trabalhando firme na feira ou ostentando uma pintura impecável em um encontro de carros antigos hoje, vale buzinar em saudação. Neste 2 de setembro, comemora-se o Dia Nacional da Kombi, uma homenagem justa a um dos utilitários mais carismáticos, versáteis e fundamentais da nossa história automotiva. Mas você sabe o motivo por trás da celebração nesta data específica? O verdadeiro marco zero da Volkswagen nacional A escolha do dia não é casual. Foi exatamente em 2 de setembro de 1957 que a primeira Kombi brasileira saiu da linha de montagem da fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP). Aqui reside a primeira grande curiosidade que todo entusiasta do antigomobilismo adora lembrar: ao contrário do que o senso comum imagina, não foi o consagrado Fusca o responsável por inaugurar a fabricação nacional da montadora alemã. A Kombi chegou antes. Embora o Fusca já fosse montado no país desde 1953 em regime CKD (com peças importadas e apenas montagem local), a Kombi foi o primeiro veículo efetivamente fabricado em solo brasileiro, marcando o nascimento da indústria da VW no país. Da feira livre ao status de cult Construída sobre uma mecânica simples, robusta e equipada com o lendário motor boxer refrigerado a ar, a Kombi assumiu mil faces ao longo das décadas. Foi lotação, ambulância, carro de entrega, motorhome hippie e parceira inseparável do pequeno comerciante. Poucos veículos no mundo conseguiram transitar com tanta facilidade entre o trabalho pesado e o status de ícone cultural. O adeus forçado pela legislação A trajetória de produção nacional durou incríveis 56 anos de forma contínua. O fim da linha só veio em dezembro de 2013, e não por falta de demanda, já que o modelo continuava vendendo bem, mas por limitações do projeto original. As novas exigências de segurança que entraram em vigor em 2014, tornando obrigatórios os freios ABS e airbags duplos, eram incompatíveis com a estrutura do projeto concebido ainda na década de 1950. Sua despedida com a série especial Last Edition selou o fim de uma era, mas consolidou seu legado. Hoje, a Kombi brasileira é exportada e cobiçada por colecionadores do mundo inteiro. Mais do que um meio de transporte, ela foi o motor que ajudou a carregar o desenvolvimento do Brasil.

Leia mais »

Lewis Hamilton resgata e restaura Ferrari F40 abandonada há mais de 30 anos

Heptacampeão de Fórmula 1 realiza sonho de infância ao recuperar um dos modelos mais icônicos já aprovados pelo próprio Enzo Ferrari, após o esportivo passar três décadas coberto de poeira. Mesmo habituado à tecnologia de ponta dos monopostos modernos da Fórmula 1, o heptacampeão mundial Lewis Hamilton provou que seu coração de petrolhead bate forte pelo antigomobilismo raiz. O piloto britânico revelou recentemente ter realizado um verdadeiro “sonho de criança”: a aquisição e a minuciosa restauração de uma raríssima Ferrari F40, avaliada atualmente na casa dos R$ 20,7 milhões (cerca de US$ 4 milhões). O Resgate de um Ícone A história por trás da aquisição é o sonho dourado de qualquer entusiasta de veículos clássicos. O superesportivo italiano, considerado por muitos como o “santo graal” dos anos 1980, foi encontrado após passar mais de 30 anos adormecido em uma garagem, esquecido e coberto por décadas de poeira. Em vez de optar por uma oficina terceirizada, Hamilton levou o projeto de restauração de volta para casa: a lendária fábrica da Ferrari em Maranello. Durante semanas, os mecânicos e engenheiros da matriz se debruçaram sobre a mecânica purista da F40 para consertar e revitalizar o veículo, devolvendo a glória ao icônico V8 biturbo. Uma relação que vai além das pistas A ligação emocional de Hamilton com o veículo é antiga e se tornou um símbolo de sua recente transição para a escuderia italiana na F1 (movimento concretizado em 2025). “Meu próprio F40. Este é o carro dos meus sonhos e sempre foi desde que me lembro. Quando criança, sonhava em ter um. Quando entrei na Ferrari no ano passado, fiz questão de ter um comigo no meu primeiro dia em Maranello. Isso é o quanto ele significa para mim”, declarou o piloto. Por que a F40 é uma lenda absoluta? Para os membros da Federação Paulista de Antigomobilismo e amantes das quatro rodas, a F40 dispensa apresentações, mas sua relevância histórica sempre merece ser exaltada. Lançada em 1987 para celebrar o 40º aniversário da marca do Cavallino Rampante, a máquina carrega um peso monumental: foi o último carro criado e aprovado pessoalmente em vida pelo fundador, Enzo Ferrari. Originalmente concebida com um plano de produção altamente restrito a apenas 400 unidades, a aura do carro e a demanda brutal forçaram a fábrica a ampliar a linha, produzindo um total de 1.311 exemplares. Famosa por seu chassi tubular, carroceria de Kevlar e fibra de carbono, portas espartanas e a ausência quase total de assistências eletrônicas, a F40 não é apenas um carro, é a experiência de pilotagem analógica definitiva.

Leia mais »

O Carro mais bonito do Brasil reaparece após décadas

Antes de os grandes complexos industriais de São Bernardo do Campo e Taubaté moldarem a paisagem automotiva brasileira, a paixão por velocidade e design já pulsava forte nas oficinas artesanais do país. Foi nesse cenário de pura engenhosidade que nasceu o Packard Woerdenbag, um roadster único que arrebatou capas de revistas, estrelou campanhas publicitárias nos anos 1950 e recebeu do público e da imprensa da época o ousado título de “o carro mais bonito do Brasil”.

Leia mais »

Universo da Fun Cup e a saga dos Fuscas

Para qualquer fã de carros clássicos, a silhueta do Volkswagen Fusca é inconfundível. No Brasil, o simpático “Besouro” carrega memórias afetivas de gerações; na Europa, o lendário Beetle moldou a história da motorização de massa. No entanto, se você caminhar pelos boxes de circuitos míticos como Spa-Francorchamps, na Bélgica, verá o carismático formato do Fusca cumprindo uma missão completamente diferente: cortando o ar a mais de 180 km/h em disputas roda a roda que duram até um dia inteiro.

Leia mais »

Nova decisão do CNPE afeta diretamente a frota de clássicos antigos

Na última terça-feira, 14 de julho de 2026, o antigomobilismo brasileiro recebeu uma notícia que acendeu a luz de alerta nas garagens e coleções de todo o país. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina, saltando para a marca histórica de 32% (a chamada mistura E32).

Se por um lado a medida reflete uma política de Estado voltada para a transição energética e a macroeconomia, por outro, ela impõe um desafio mecânico severo para a frota circulante mais antiga e, em especial, para o nosso patrimônio histórico sobre rodas.

Leia mais »
plugins premium WordPress