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Abertura de cadastro para o evento anual de São Caetano do Sul

A edição de 2023 acontecerá entre os 27, 28, 29 e 30 de julho

A Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, iniciou oficialmente o cadastramento de carros e motos para a exposição anual  de carros antigos, evento que faz parte do calendário oficial de comemoração ao aniversário da cidade.

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Foto Agência Limma Digital, encontro de 2022 em comemoração aos 145 anos de São Caetano do Sul
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Foto Agência Limma Digital, encontro de 2022 em comemoração aos 145 anos de São Caetano do Sul

O evento anual é uma realização conjunta da Federação Paulista de Antigomobilismo (FPA), com a Secretaria Municipal de Cultura (SECULT), tradicionalmente sendo realizado no final do mês de Julho de cada ano, absorvendo a data de 28 de Julho, dia em que a cidade comemora o seu aniversário.

A edição de 2022, foi marcada pela comemoração dos 145 anos do município de São Caetano do Sul, o evento contou com quatro dias de atividades, sendo realizado no Espaço Verde Chico Mendes, principal parque da cidade e anfitrião oficial do evento desde a primeira edição. Durante os quatro dias, o espaço recebeu mais de 110 mil visitantes, que além dos clássicos expostos, também pode aproveitar diversas outras atrações como shows musicais, gastronomia e mercado de pulgas.

Além do entretenimento e cultura proporcionado aos visitantes, o evento também conta com uma iniciativa social de grande impacto, realizada em parceria com o Fundo de Solidariedade do município, que por sua vez, realiza a arrecadação de alimentos durantes os dias do evento, que posteriormente são encaminhados para serviços sociais e famílias de baixa-renda. Em 2022 foram arrecadadas 11 toneladas de alimentos e geradas 842 oportunidades de trabalhos pontuais; Esses números confirmam a importância do evento e a força da mobilização gerada pelo nosso segmento.

Portanto, você que já participou do evento em outras edições, ou que pretende participar pela primeira vez, não perca tempo e realize já o seu cadastro e garanta a sua vaga. A edição de 2023 acontecerá entre os 27, 28, 29 e 30 de julho.

Será uma linda festa e a sua participação é de extrema importância para fortalecer o cenário do antigomobilismo paulista. Aguardamos vocês!

Para realizar o cadastro acesse o link abaixo:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSccLB2zVWGC9WbLnyZGXX4CO9MDNkm-zwTuPriWNPbDe3D3ow/viewform

Respostas de 3

  1. Gostaria de saber como faço para me cadastrar para ter uma barraca de vendas no evento?

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Tom Cruise confirma sequência de “Dias de Trovão” para 2028

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A rebelião analógica na era dos carros elétricos

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Por que a Kombi Tem um Dia Só Dela no Brasil?

Se você cruzar com uma “Velha Senhora” trabalhando firme na feira ou ostentando uma pintura impecável em um encontro de carros antigos hoje, vale buzinar em saudação. Neste 2 de setembro, comemora-se o Dia Nacional da Kombi, uma homenagem justa a um dos utilitários mais carismáticos, versáteis e fundamentais da nossa história automotiva. Mas você sabe o motivo por trás da celebração nesta data específica? O verdadeiro marco zero da Volkswagen nacional A escolha do dia não é casual. Foi exatamente em 2 de setembro de 1957 que a primeira Kombi brasileira saiu da linha de montagem da fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP). Aqui reside a primeira grande curiosidade que todo entusiasta do antigomobilismo adora lembrar: ao contrário do que o senso comum imagina, não foi o consagrado Fusca o responsável por inaugurar a fabricação nacional da montadora alemã. A Kombi chegou antes. Embora o Fusca já fosse montado no país desde 1953 em regime CKD (com peças importadas e apenas montagem local), a Kombi foi o primeiro veículo efetivamente fabricado em solo brasileiro, marcando o nascimento da indústria da VW no país. Da feira livre ao status de cult Construída sobre uma mecânica simples, robusta e equipada com o lendário motor boxer refrigerado a ar, a Kombi assumiu mil faces ao longo das décadas. Foi lotação, ambulância, carro de entrega, motorhome hippie e parceira inseparável do pequeno comerciante. Poucos veículos no mundo conseguiram transitar com tanta facilidade entre o trabalho pesado e o status de ícone cultural. O adeus forçado pela legislação A trajetória de produção nacional durou incríveis 56 anos de forma contínua. O fim da linha só veio em dezembro de 2013, e não por falta de demanda, já que o modelo continuava vendendo bem, mas por limitações do projeto original. As novas exigências de segurança que entraram em vigor em 2014, tornando obrigatórios os freios ABS e airbags duplos, eram incompatíveis com a estrutura do projeto concebido ainda na década de 1950. Sua despedida com a série especial Last Edition selou o fim de uma era, mas consolidou seu legado. Hoje, a Kombi brasileira é exportada e cobiçada por colecionadores do mundo inteiro. Mais do que um meio de transporte, ela foi o motor que ajudou a carregar o desenvolvimento do Brasil.

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Lewis Hamilton resgata e restaura Ferrari F40 abandonada há mais de 30 anos

Heptacampeão de Fórmula 1 realiza sonho de infância ao recuperar um dos modelos mais icônicos já aprovados pelo próprio Enzo Ferrari, após o esportivo passar três décadas coberto de poeira. Mesmo habituado à tecnologia de ponta dos monopostos modernos da Fórmula 1, o heptacampeão mundial Lewis Hamilton provou que seu coração de petrolhead bate forte pelo antigomobilismo raiz. O piloto britânico revelou recentemente ter realizado um verdadeiro “sonho de criança”: a aquisição e a minuciosa restauração de uma raríssima Ferrari F40, avaliada atualmente na casa dos R$ 20,7 milhões (cerca de US$ 4 milhões). O Resgate de um Ícone A história por trás da aquisição é o sonho dourado de qualquer entusiasta de veículos clássicos. O superesportivo italiano, considerado por muitos como o “santo graal” dos anos 1980, foi encontrado após passar mais de 30 anos adormecido em uma garagem, esquecido e coberto por décadas de poeira. Em vez de optar por uma oficina terceirizada, Hamilton levou o projeto de restauração de volta para casa: a lendária fábrica da Ferrari em Maranello. Durante semanas, os mecânicos e engenheiros da matriz se debruçaram sobre a mecânica purista da F40 para consertar e revitalizar o veículo, devolvendo a glória ao icônico V8 biturbo. Uma relação que vai além das pistas A ligação emocional de Hamilton com o veículo é antiga e se tornou um símbolo de sua recente transição para a escuderia italiana na F1 (movimento concretizado em 2025). “Meu próprio F40. Este é o carro dos meus sonhos e sempre foi desde que me lembro. Quando criança, sonhava em ter um. Quando entrei na Ferrari no ano passado, fiz questão de ter um comigo no meu primeiro dia em Maranello. Isso é o quanto ele significa para mim”, declarou o piloto. Por que a F40 é uma lenda absoluta? Para os membros da Federação Paulista de Antigomobilismo e amantes das quatro rodas, a F40 dispensa apresentações, mas sua relevância histórica sempre merece ser exaltada. Lançada em 1987 para celebrar o 40º aniversário da marca do Cavallino Rampante, a máquina carrega um peso monumental: foi o último carro criado e aprovado pessoalmente em vida pelo fundador, Enzo Ferrari. Originalmente concebida com um plano de produção altamente restrito a apenas 400 unidades, a aura do carro e a demanda brutal forçaram a fábrica a ampliar a linha, produzindo um total de 1.311 exemplares. Famosa por seu chassi tubular, carroceria de Kevlar e fibra de carbono, portas espartanas e a ausência quase total de assistências eletrônicas, a F40 não é apenas um carro, é a experiência de pilotagem analógica definitiva.

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