
Clássicos no GP Brasil
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Com mais de 5 milhões de veículos com mais de 30 anos, Brasil se consolida entre as maiores potências do setor
No dia 7 de setembro, data em que o Brasil celebra sua Independência, também é oportuno olhar para outro motivo de orgulho nacional: o país se consolida, ano após ano, como uma das maiores forças do antigomobilismo mundial. Segundo estimativas de entidades ligadas ao setor, a frota brasileira de veículos com mais de 30 anos de fabricação ultrapassa 5 milhões de unidades em circulação ou preservadas. Esse volume coloca o Brasil entre os três maiores mercados do planeta, ao lado de Estados Unidos e Alemanha.
O que diferencia o Brasil, no entanto, é a variedade incomparável. Nenhuma outra nação apresenta uma frota tão diversificada:
Produção nacional icônica, marcada por modelos como Fusca, Kombi, Opala, Brasília, Corcel, Dodge Charger R/T e Maverick.
Clássicos importados da Europa e dos Estados Unidos, entre eles Mercedes-Benz, Jaguar, Cadillac, Mustang, Porsche e Ferrari.
Exemplares raríssimos, que sobreviveram em território brasileiro em números inferiores a dez unidades, tornando-se peças únicas no cenário mundial.
Essa diversidade é reflexo da própria história do Brasil: um país que recebeu montadoras de diferentes origens, abriu espaço para importações em ciclos distintos e, com isso, construiu uma frota histórica plural, que vai do popular ao superesportivo.
A grandiosidade do movimento se comprova também nos eventos. O Encontro Anual de Veículos Antigos de São Caetano do Sul, apoiado pela Federação Paulista de Antigomobilismo (FPA), já se consolidava como um dos maiores encontros do país. Mas em 2025 alcançou um feito histórico: superou o tradicional Encontro de Águas de Lindoia no número de veículos inscritos, tornando-se o maior evento do gênero em território nacional.
Esse marco não representa apenas a força de uma cidade ou de uma região, mas confirma o Brasil como referência mundial em volume de carros preservados em exposição. Reunindo milhares de exemplares e atraindo público massivo, São Caetano coloca o país definitivamente no centro das atenções globais do setor.
Além disso, encontros regionais em todas as regiões brasileiras contabilizam centenas de eventos ao longo do ano, com públicos que variam de algumas dezenas a milhares de pessoas. Essa frequência semanal, pulverizada e democrática, é difícil de encontrar em qualquer outro país.
Enquanto os Estados Unidos concentram seu mercado em muscle cars e leilões milionários, e a Europa preserva o legado de marcas tradicionais, o Brasil se destaca por algo único: a combinação de volume, diversidade e popularidade. Aqui, o carro antigo não é apenas patrimônio de colecionadores de elite, mas parte da cultura popular, presente em praças, shoppings, clubes e avenidas de norte a sul do país.
Com uma frota que supera milhões de veículos, a maior diversidade mundial de modelos preservados e encontros que ultrapassam os padrões internacionais de volume, o Brasil assume de vez seu papel de protagonista global no antigomobilismo.
Apesar desses números expressivos, o Brasil ainda tem muito a evoluir em termos de reconhecimento cultural e apoio institucional. Na Europa, por exemplo, o antigomobilismo já é amplamente reconhecido como patrimônio cultural, com políticas públicas e parcerias privadas que fortalecem a preservação histórica e a valorização econômica dos veículos clássicos.
É nesse sentido que a Federação Paulista de Antigomobilismo (FPA) atua com dedicação, buscando consolidar no Brasil um ambiente semelhante: mais organizado, mais valorizado e com maior apoio do poder público e da iniciativa privada. O objetivo é claro, garantir que o movimento siga crescendo, com ainda mais representatividade e reconhecimento, à altura da sua relevância mundial.

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