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Carros no universo Halloween

Conheça alguns clássicos que fizeram sucesso, arrepiando nas telonas!

“Dia das Bruxas” ou “Halloween”, é uma tradicional data temática presente em várias lugares do mundo, comemorada no dia 31 de Outubro, a data celebra o “ocultismo” e todo o universo que o cerca, como, mortos, zumbis, bruxas, fantasmas, monstros e etc. A muito tempo a data passou a fazer parte da rotina dos brasileiros, não como uma data oficial do nosso calendário, mas como um dia de festas e celebrações temáticas.

Para celebrar o dia de “Halloween”, e mostrar que esse tema é abrangente, fizemos uma lista especial com alguns clássícos que também embarcaram nessa onda, através de participações em filmes de Hollywood, confira a lista!

(Foto: Filme Encurralado de 1971)
(Foto: Filme Encurralado de 1971)

1 – Encurralado (1971)

Em 1971, o renomado diretor Steven Spielberg lançou um filme que acompanha a história de um homem que, ao dirigir tranquilamente por uma estrada na Califórnia, se vê perseguido por um caminhão cujo motorista parece estar determinado a matá-lo, executando manobras perigosas. Durante a produção, Spielberg, então um jovem diretor de 24 anos, optou por filmar em estradas reais, com carros e motoristas reais, sem recorrer a animações ou efeitos de pós-produção. No centro das atenções estão um Plymouth Valiant 1971 e um caminhão Peterbilt 281 de 1955.

(Foto: Filme Corrente do Mal de 2014)
(Foto: Filme Corrente do Mal de 2014)

2 – Corrente do Mal (2014)

Neste filme de terror, a jovem Jay se vê atormentada por uma força maligna que a persegue. Ela faz o possível para se livrar da maldição, sabendo que sua única opção é passá-la adiante ou enfrentar uma morte iminente. Embora o foco principal do filme não recaia sobre o veículo, o carro desempenha um papel significativo, pois é o ponto de partida para a tensão que se desenrola ao longo da trama. O carro em questão é um Plymouth Gran Fury de 1975.

(Foto: Filme Christine – O Carro Assassino de 1983)
(Foto: Filme Christine – O Carro Assassino de 1983)

3 – Christine – O Carro Assassino (1983)

É claro que não podemos deixar de mencionar o icônico “Christine – O Carro Assassino” de 1983, dirigido por John Carpenter. O filme desenrola a história de um jovem que adquire um carro especial. No entanto, este veículo é extraordinário, possuindo uma vontade própria, desejos malignos e até demonstrando ciúmes do proprietário, o que resulta em seu afastamento da família e amigos. Quem é Christine? Nada menos que um Plymouth Fury de 1958. No início do filme, o carro se encontra em péssimas condições, mas seu novo dono decide restaurá-lo, e para sua surpresa, o processo é muito mais rápido do que o esperado.

(Foto: Filme Carro, A Máquina do Diabo de 1977)
(Foto: Filme Carro, A Máquina do Diabo de 1977)

4 – Carro, A Máquina do Diabo (1977)

Lançado em 1977, o filme narra a história de uma pequena cidade nos Estados Unidos que vive sob o terror de um carro preto que ceifa a vida de quem cruza seu caminho. Mesmo que o título em português possa parecer despretensioso, vale notar que o título original em inglês é simplesmente “The Car.” Sim, é isso mesmo. E o destaque pertence a uma máquina aterradora, um Lincoln Continental Mark III de 1971.

(Foto: Filme À Prova de Morte de 2007)
(Foto: Filme À Prova de Morte de 2007)

5 – À Prova de Morte (2007)

No enredo deste filme dirigido por Quentin Tarantino, um homem de temperamento explosivo aterroriza jovens que ele leva para passeios em seu carro, realizando manobras perigosas, algumas delas fatais. A peculiaridade é que o carro em questão é indestrutível, mas essa imunidade se aplica apenas ao motorista, como alega o personagem principal, interpretado por Kurt Russell. Esta história, que mistura elementos de drama, comédia e suspense, gira em torno de um Chevy Nova de 1970.

(Foto: Filme Máquina da Vingança de 2019)
(Foto: Filme Máquina da Vingança de 2019)

6 – Máquina da Vingança (2019)

Retomando elementos do filme “Carro, A Máquina do Diabo”, este longa-metragem nos apresenta a cena de um homem sendo lançado de um edifício junto com seu carro novinho. No entanto, o que parece ser o desfecho do filme é, na verdade, o ponto de partida. Tanto o homem quanto o carro ressurgem como uma entidade única, consumidos pela sede de vingança. Neste caso, o veículo assassino em questão é um Chrysler 300 modificado.

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Os utilitários militares que forjaram a história do 7 de Setembro

Todo dia 7 de Setembro, os olhos da nação se voltam para a Esplanada dos Ministérios, onde o imponente Rolls-Royce Silver Wraith 1952 conduz o Chefe de Estado a meros 5 km/h. No entanto, para os apaixonados por mecânica bruta e história automotiva, a verdadeira trilha sonora da Independência não vem do silencioso motor inglês de 6 cilindros, mas do ronco grave e compassado das viaturas táticas que tracionam as Forças Armadas pelo asfalto. Enquanto o conversível presidencial é exclusividade da capital federal, foram os utilitários militares que garantiram a capilaridade dos desfiles de 7 de Setembro em cada guarnição, município e capital do Brasil. Essas máquinas não representam apenas o poderio militar, mas a própria evolução da indústria e da engenharia motomecanizada no nosso país. Jeep Willys e o som inconfundível da tração nas avenidas Se existe um veículo que é sinônimo absoluto de desfile militar no Brasil, é o Jeep. Nascido da urgência da Segunda Guerra Mundial, o lendário utilitário (inicialmente nas versões MB, M38A1 e CJ-3B) foi o primeiro contato maciço do Exército Brasileiro com a tração 4×4 leve. Com a nacionalização da produção pela Willys-Overland do Brasil (e posteriormente pela Ford), o Jeep tornou-se onipresente. Por mais de quatro décadas, o som metálico e cadenciado de seus motores (como o clássico Hurricane de 4 cilindros ou o robusto BF-161 de 6 cilindros) ecoou nas paradas do Dia da Independência. Era o veículo padrão para o transporte de comandantes de tropa, condução do Fogo Simbólico, revista de pelotões e tração de artilharia leve. Sua simplicidade espartana e confiabilidade extrema o transformaram no maior ícone militar sobre rodas do país. O Imponente Dodge Command Car Antes da massificação das frotas nacionais, o período do pós-guerra trouxe ao Brasil os “gigantes” da Série WC da Dodge, especialmente o Command Car. Com uma carroceria aberta larga, pneus lameiros robustos e um torque bruto projetado para puxar tropas e equipamentos em terrenos devastados, o Dodge era a viatura de escolha para conduzir o alto oficialato. Vê-lo cruzar a avenida no 7 de Setembro, quase sempre com a lona recolhida e oficiais perfilados em seu interior, era um espetáculo de pura força mecânica americana que marcou as décadas de 1950 e 1960. Hoje, os exemplares sobreviventes são algumas das joias mais disputadas por colecionadores de veículos militares (uma categoria à parte e de extremo rigor no antigomobilismo). Toyota Bandeirante À medida que o Brasil consolidava sua própria indústria, as Forças Armadas buscaram padronizar a frota com tecnologia nacional e motores a diesel, visando maior autonomia e facilidade de manutenção. É nesse cenário que, entre o final dos anos 1970 e os anos 2000, a Toyota Bandeirante assumiu a linha de frente. Produzida em São Bernardo do Campo (SP), a Bandeirante militarizada tornou-se a espinha dorsal das tropas. O característico “bater” metálico de seus motores diesel — muitas vezes equipada com os inquebráveis propulsores Mercedes-Benz OM-314 e OM-364 — substituiu o ronco dos motores a gasolina nos desfiles. Robustas, retilíneas e infalíveis, as Bandeirantes provaram que a engenharia nacional estava pronta para qualquer terreno. Agrale Marruá A linhagem dos utilitários puros não morreu com o fim das velhas fábricas. A experiência brasileira culminou no desenvolvimento do Agrale Marruá, um projeto nacional genuíno (nascido a partir dos conhecimentos herdados da extinta Engesa) que assumiu o posto de Viatura de Transporte Não Especializado (VTNE) padrão das nossas Forças Armadas. Ele é o atual guardião dessa tradição de aço nos desfiles contemporâneos, unindo tecnologia atual com a robustez exigida pela caserna.

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A rebelião analógica na era dos carros elétricos

Neste 5 de setembro, Dia do Antigomobilista, a FPA analisa como a busca por experiências reais, mecânica orgânica e design autêntico está transformando carros clássicos e Youngtimers no objeto de desejo de uma nova geração. Se você entrar em uma concessionária hoje em 2026, os carros zero quilômetro parecerão grandes smartphones sobre rodas. Motores silenciosos, painéis dominados por telas sensíveis ao toque, assistentes virtuais intrusivos e uma condução cada vez mais anestesiada pelos sistemas autônomos. A engenharia moderna alcançou o ápice da eficiência e da segurança, mas, no processo, esvaziou a relação homem-máquina. É exatamente em resposta a esse excesso de filtros, notificações e condução asséptica que o mercado de clássicos vem sofrendo uma revolução silenciosa. O antigomobilismo, outrora visto apenas como um hobby de nicho focado na preservação estrita do passado, transformou-se na maior rebelião analógica do nosso tempo. A Busca pela experiência orgânica Neste Dia Nacional do Antigomobilista, o perfil de quem está resgatando veículos clássicos mudou radicalmente. Millennials e a Geração Z estão ditando um novo ritmo no mercado não apenas pela nostalgia do design, mas pela busca desenfreada pela experiência tátil e visceral. Girar uma chave de metal. Sentir a resistência física (e a comunicação direta) de uma direção que não é esterçada por motores elétricos. O tranco mecânico de uma embreagem. O som encorpado e imperfeito da quebra do combustível em um motor a combustão. Hoje, acelerar um veículo de coleção é uma das raras formas de se estar 100% presente no momento. Quando você está ao volante de um clássico, você não está respondendo mensagens nem deslizando a tela; você está dirigindo. O carro clássico tornou-se o maior antídoto para a ansiedade digital. A ascensão dos Youngtimers e a curadoria de estilo Essa mudança de mentalidade explodiu a barreira das décadas. O antigomobilismo atual não se restringe mais aos impecáveis importados dos anos 50 ou aos robustos nacionais dos anos 70. Estamos vivendo o boom indiscutível dos Youngtimers, a safra dos anos 90 e do início dos anos 2000 que agora atinge a maturidade histórica. Modelos que habitavam a cultura pop, as capas de revistas especializadas e as garagens dos videogames da época agora são caçados com fervor. O hatch esportivo puro-sangue, o sedã executivo analógico e os motores que marcaram a transição da mecânica pura para as primeiras injeções eletrônicas. Para esse novo público, colecionar não é sobre acumular dezenas de veículos parados e empoeirados. É sobre curadoria. É encontrar um ou dois exemplares que reflitam seu lifestyle, realizar uma manutenção técnica rigorosa e colocá-los na estrada. Os encontros de automobilismo de 2026 não são mais apenas exposições estáticas no gramado; são eventos de cultura urbana, road trips e experiências imersivas onde o carro é a peça central. A celebração do inalterado e da originalidade Neste cenário, a preservação da mecânica e do design originais ganhou um status quase filosófico. Em um mundo onde tudo é descartável, atualizado por software e substituído a cada dois anos, manter a integridade de uma máquina construída décadas atrás é a forma máxima de respeito ao patrimônio técnico. A apreciação pelo estado de conservação, pela estética original de fábrica e pela história de sobrevivência do veículo é o que une os entusiastas. Não se trata de especulação, mas de reconhecer que a engenharia daquela época tinha personalidade própria, e que preservar essa essência é manter vivo um capítulo fundamental da nossa cultura industrial. A história continua nas ruas Ser antigomobilista hoje não é tentar parar o relógio. É reconhecer que a engenharia, o design e a ousadia do passado têm um valor atemporal. Os carros clássicos sobrevivem aos seus criadores e aos seus primeiros donos; são cápsulas do tempo em movimento. Neste 5 de setembro, a Federação Paulista de Antigomobilismo saúda todos os proprietários, restauradores, clubes filiados e entusiastas. Sejam os veteranos que desbravaram a cultura do automóvel ou os novos apaixonados que estão injetando sangue novo no setor. Vocês provam que, no meio de tanto código binário e motores silenciosos, o que ainda move as ruas é a emoção em estado puro.

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O Carro mais bonito do Brasil reaparece após décadas

Antes de os grandes complexos industriais de São Bernardo do Campo e Taubaté moldarem a paisagem automotiva brasileira, a paixão por velocidade e design já pulsava forte nas oficinas artesanais do país. Foi nesse cenário de pura engenhosidade que nasceu o Packard Woerdenbag, um roadster único que arrebatou capas de revistas, estrelou campanhas publicitárias nos anos 1950 e recebeu do público e da imprensa da época o ousado título de “o carro mais bonito do Brasil”.

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Universo da Fun Cup e a saga dos Fuscas

Para qualquer fã de carros clássicos, a silhueta do Volkswagen Fusca é inconfundível. No Brasil, o simpático “Besouro” carrega memórias afetivas de gerações; na Europa, o lendário Beetle moldou a história da motorização de massa. No entanto, se você caminhar pelos boxes de circuitos míticos como Spa-Francorchamps, na Bélgica, verá o carismático formato do Fusca cumprindo uma missão completamente diferente: cortando o ar a mais de 180 km/h em disputas roda a roda que duram até um dia inteiro.

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Nova decisão do CNPE afeta diretamente a frota de clássicos antigos

Na última terça-feira, 14 de julho de 2026, o antigomobilismo brasileiro recebeu uma notícia que acendeu a luz de alerta nas garagens e coleções de todo o país. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina, saltando para a marca histórica de 32% (a chamada mistura E32).

Se por um lado a medida reflete uma política de Estado voltada para a transição energética e a macroeconomia, por outro, ela impõe um desafio mecânico severo para a frota circulante mais antiga e, em especial, para o nosso patrimônio histórico sobre rodas.

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