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GP do Brasil, traz mais uma vez clássicos para a abertura

Max Verstappen exibiu uma pequena bandeira brasileira em seu carro, Gasly optou por vestir a camisa da seleção brasileira, e Alonso usou um boné nas cores verde e amarelo antes da corrida em São Paulo.

O desfile dos pilotos antes das corridas já é uma tradição, e no Grande Prêmio do Brasil, a tradição faz sucesso entre os pilotos e equipes: os pilotos usam acessórios nas cores verde e amarelo. Cada piloto desfilou individualmente em carros antigos, o que proporcionou a oportunidade para alguns deles demonstrarem seu carinho pelo Brasil.

(Lewis Hamilton, foto: REUTERS/Amanda Perobelli)
(Gasly, foto: Mark Thompsom/Getty Images)

Lewis Hamilton foi calorosamente aplaudido, como era de se esperar, enquanto ele exibia com orgulho a bandeira do Brasil durante todo o percurso. O heptacampeão, que se tornou cidadão brasileiro honorário no ano passado, é o favorito dos torcedores que lotam as arquibancadas do Autódromo de Interlagos. Ele prestou homenagem a Ayrton Senna ao usar uma jaqueta com o rosto do lendário piloto pintado durante a semana e correu com um capacete especial nas cores do Brasil, com o desenho do Cristo Redentor. Nas redes sociais, ele compartilhou uma foto com a bandeira e escreveu em português e inglês: “Levando tudo o que posso para a batalha de hoje. Brasil, como sempre, o amor aqui é lindo. Não há lugar como aqui.”

(Verstappen, foto: Mark Thompson/Getty Images)
(Oscar Piastri, foto: Buda Mendes/Getty Images)

Outros pilotos também mostraram seu carinho pelos torcedores brasileiros. Pierre Gasly, por exemplo, vestiu uma camisa da seleção brasileira, após já ter usado um boné com a assinatura de Ayrton Senna durante a semana. Max Verstappen colocou uma pequena bandeira do Brasil presa à frente do para-brisa de seu carro, assim como fez Oscar Piastri. E Fernando Alonso usou um boné colorido nas cores verde, amarelo e azul.

Além da conexão entre pilotos e público, a presença de carros antigos (clássicos), presente no Grande Prêmio do Brasil, também é uma uma tradição de longa data; Durante toda a história do GP Brasil, inúmeros clássicos entraram apara a história do evento, mesmo sem estar diretamente ligados na disputado, apenas fazendo parte dos bastidores.

A tradição brasileira de desfile de clássicos, tem ganho adeptos em outras etapas do campeonato mundo, como por exemplo no Grande Prêmio do México, onde a presença dos clássicos na abertura da corrida, levantou o público e animou os pilotos. De qualquer forma, o desfile é um grande atributo para ligar o passado ao presente e tentar resgatar o prestígio da Fórmula1 que tem se perdido nas últimas décadas.

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Conheça todos os padrões de placas vigentes no Brasil

Desde 2020, todo veículo emplacado ou transferido no Brasil recebe a placa no padrão Mercosul, criado pela Resolução Contran nº 780/2019. O modelo trouxe fundo branco, faixa azul com o nome do país e a bandeira, e uma nova combinação de quatro letras e três números. Nesse padrão, a categoria do veículo não está mais na cor do fundo, como acontecia na antiga placa cinza. Ela aparece na cor das letras, dos números e da borda. Hoje existem seis cores em uso, e a placa de coleção tem duas versões: uma branca, válida em todo o Mercosul, e a tradicional placa preta, válida só no Brasil. As placas, uma a uma Particular — Caracteres Pretos É a placa mais comum do país e corresponde à categoria “particular” do Código de Trânsito Brasileiro (CTB, art. 96). Vale para carros de passeio, motos, caminhonetes e utilitários de pessoas físicas ou empresas, desde que usados sem fins de aluguel, aprendizagem, testes ou serviço oficial ou diplomático. Veículos de frota usados pela própria empresa, sem cobrar pelo transporte, também levam a placa preta. O mesmo vale para quem trabalha com transporte por aplicativo: esses motoristas não são obrigados a trocar para a placa vermelha. Comercial — Caracteres Vermelhos Identifica as categorias “aluguel” e “aprendizagem” do CTB, ou seja, veículos usados para transportar pessoas ou cargas mediante pagamento. Entram aqui táxis, ônibus, vans escolares, moto-táxis, caminhões de frete, carros de locadoras e veículos de autoescola. Quem dirige um veículo de placa vermelha em atividade remunerada precisa ter a observação “exerce atividade remunerada” (EAR) na carteira de habilitação. Táxis, por exemplo, também precisam de taxímetro nos municípios com mais de 50 mil habitantes. Oficial — Caracteres Azuis Exclusiva de veículos do poder público nas esferas municipal, estadual e federal. Estão nessa categoria os carros de prefeituras, governos, câmaras, tribunais e autarquias, além de viaturas policiais e ambulâncias da rede pública. O veículo é registrado em nome do órgão público e só pode ser usado a serviço dele. Por isso, a placa azul ajuda a fiscalização e a população a identificar o uso de bens públicos nas ruas. Diplomática — Caracteres Dourados Reservada a embaixadas, consulados, organismos internacionais e seus representantes credenciados no Brasil. É a placa mais rara de se ver nas ruas, concentrada principalmente em Brasília e nas capitais com representações estrangeiras, como São Paulo e Rio de Janeiro. A placa dourada sinaliza que o veículo tem as isenções e imunidades previstas em tratados internacionais, como a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas. Experiência e Fabricante — Caracteres Verdes Usada em veículos que ainda não estão liberados para circulação comercial. Há dois casos principais: Fabricante: montadoras e fabricantes de veículos, pneus, peças e sistemas usam a placa para testar protótipos e carros em homologação nas vias públicas. Experiência: empresas que compram, vendem, reformam, montam ou desmontam veículos usam a placa para deslocamentos ligados a essa atividade. Nesse caso, ela só vale na área da autoridade de trânsito que a emitiu. A autorização é concedida pelo Detran à empresa, não ao veículo, e precisa ser renovada todo ano. Entre as exigências estão alvará de funcionamento, seguro de responsabilidade civil contra terceiros e um livro de registro das saídas. Os documentos exatos variam conforme o estado. Coleção (válida no Mercosul) — Caracteres Cinza-Prata Versão da placa de coleção com fundo branco e letras cinza-prata. Leva o emblema do Mercosul e permite circular por todos os países do bloco, o que interessa a quem participa de encontros e ralis na Argentina, no Uruguai ou no Paraguai. Até junho de 2022, era a única opção para veículos de coleção no padrão Mercosul. As exigências para obtê-la são as mesmas da placa preta, explicadas mais abaixo. Coleção (válida só no Brasil) — a Placa Preta Fundo preto com caracteres brancos ou prateados, resgatando o visual clássico que identifica os carros antigos no Brasil desde a década de 1990. Foi criada pela Resolução Contran nº 887/2021 e passou a ser emitida em 1º de junho de 2022. Por ser exclusiva do Brasil, não leva o emblema do Mercosul e só vale dentro do território nacional. Quem pretende viajar com o carro para outro país do bloco precisa usar a versão branca com letras cinza-prata. A placa de coleção em detalhe A placa preta voltou a ser emitida em 1º de junho de 2022, depois de um pedido dos antigomobilistas atendido pelo Contran. Com a chegada do padrão Mercosul, os veículos de coleção tinham passado a usar apenas a placa branca com letras cinza. Para ter direito à placa de coleção, o veículo precisa cumprir as regras da Resolução Contran nº 957/2022: ter mais de 30 anos de fabricação, seja nacional ou importado; manter pelo menos 80% de originalidade; ter o Certificado de Veículo de Coleção (CVCOL), emitido em nome do proprietário, com QR Code e validade de cinco anos. O proprietário pode escolher entre as duas versões. A placa preta é a mais tradicional, mas só vale no Brasil. Para viajar pelos países do Mercosul, é preciso usar a placa branca com letras cinza-prata. Atenção a um erro comum: a placa branca com letras cinza não é uma categoria para “coleção modificado”. A Resolução 957 chegou a prever a placa de coleção para veículos modificados, mas esse trecho foi revogado logo depois. Hoje, só veículos originais podem receber qualquer uma das duas placas de coleção.

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O que é CVCOL (certificado de veículo de coleção)?

O Certificado de Veículo de Coleção (CVCOL) é um documento oficial que atesta a autenticidade, originalidade e o valor histórico de veículos antigos, conferindo-lhes o status de patrimônio cultural. Ele reconhece a relevância desses veículos como bens históricos, preservando sua integridade e autenticidade ao longo do tempo. Sua importância na legislação vai além de regulamentar a preservação e a circulação desses veículos, garantindo benefícios fiscais, isenções de tributos, e facilitando o acesso a vantagens como redução de taxas de licenciamento e IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores). Além disso, o CVCOL assegura a proteção legal dos veículos, resguardando-os como patrimônio automotivo de valor cultural, ao mesmo tempo que promove a segurança no trânsito, garante o cumprimento das normas ambientais e regulamenta a manutenção e restauração desses bens de forma responsável e sustentável. Leia na íntegra RESOLUÇÃO CONTRAN Nº 957, DE 17 DE MAIO DE 2022 Ajude a manter a integridade do segmento! Com o objetivo de preservar a seriedade do trabalho realizado em nosso país em prol do segmento, assim como a integridade profissional de todos os colaboradores que atuam no meio, além de atender reivindicações e pedidos de adeptos do meio antigomobilista, a Federação Paulista de Antigomobilismo, disponibiliza através deste canal, uma ferramenta de fiscalização mútua, destinada ao apontamento de casos de veículos em circulação em não conformidade com a Resolução Contran n° 957/22. Denúncia através dos canais: (11) 2296-6764 | contato@oficialfpa.com.br

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A história do autódromo de São Paulo que nasceu entre dois lagos

Neste domingo, 8 de novembro, os motores da Fórmula 1 voltam a roncar em Interlagos para o GP de São Paulo. Para quem acompanha a corrida pela TV ou da arquibancada, o autódromo parece parte natural da paisagem da zona sul da capital. Mas a história dele começou muito antes dos carros modernos, com um projeto de bairro, um nome inspirado na Suíça e uma pista aberta em meio às represas. Um projeto entre represas Em meados dos anos 1920, o engenheiro britânico Louis Romero Sanson, dono da construtora Auto-Estradas, planejou um empreendimento entre as represas Guarapiranga e Billings. O urbanista francês Alfred Agache, que participou do projeto, viu na região uma semelhança com Interlaken, cidade suíça cercada por lagos. Daí veio o nome: Interlagos, o lugar “entre lagos”. A crise financeira de 1929 e a Revolução Constitucionalista de 1932 atrasaram os planos. A ideia de um autódromo ganhou força nos anos seguintes, e em abril de 1939 um grupo de pilotos liderado por Manoel de Teffé fez as primeiras voltas na pista ainda inacabada. A inauguração de 1940 O autódromo foi inaugurado em 12 de maio de 1940, diante de cerca de 15 mil pessoas. A programação teve uma prova de motos de 12 voltas e o Grande Prêmio São Paulo, com 25 voltas e 200 quilômetros. O traçado completo tinha cerca de 8 quilômetros e era percorrido no sentido anti-horário, como até hoje. Na estreia, faltava quase tudo o que hoje parece básico: não havia arquibancadas, boxes nem torre de cronometragem. Da reforma à Fórmula 1 No fim de 1967, o autódromo fechou para uma grande reforma. Reabriu em 29 de fevereiro de 1970 com uma prova internacional de Fórmula Ford vencida por Emerson Fittipaldi e arquibancadas para 20 mil pessoas. Novas obras em 1971 prepararam a pista para a Fórmula 1. A primeira corrida da categoria em Interlagos aconteceu em 30 de março de 1972, ainda fora do campeonato, com vitória de Carlos Reutemann. Em 11 de fevereiro de 1973, veio o primeiro GP do Brasil válido pelo Mundial, vencido por Emerson Fittipaldi, que repetiria a vitória em 1974. Em 1975, foi a vez de José Carlos Pace vencer em casa, a única vitória dele na Fórmula 1. Em 1985, o autódromo passou a levar o seu nome. A volta em 1990 e a era Senna Entre 1981 e 1989, o GP do Brasil foi disputado no Rio de Janeiro. A volta a São Paulo veio em 1990, com o traçado encurtado para os atuais 4,309 quilômetros, novos boxes e torre de controle. Na reinauguração, em 23 de março de 1990, Alain Prost venceu, com Ayrton Senna em terceiro. As vitórias de Senna em casa vieram em 1991 e 1993, e até hoje estão entre as cenas mais lembradas do automobilismo brasileiro. Patrimônio do automobilismo Ao longo de 86 anos, Interlagos recebeu também provas como as Mil Milhas Brasileiras e a Stock Car, além de gerações de pilotos que deram ali as primeiras voltas. Cada curva do autódromo guarda um capítulo da história do esporte a motor no país. No domingo, quando os carros alinharem para a largada, mais uma página será escrita nessa história, que começou entre dois lagos.

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SEMA 2026 abre em Las Vegas, e caravana brasileira chega rodando

O SEMA Show 2026 abriu as portas nesta terça-feira, 3 de novembro, no Las Vegas Convention Center, nos Estados Unidos. Até quinta, a feira é restrita a profissionais do setor e à imprensa. Na sexta, 6 de novembro, o público geral também pode visitar os pavilhões, que reúnem mais de 2 mil empresas expositoras e alguns dos projetos mais aguardados do ano no universo da personalização automotiva. Clássicos em destaque Entre as estreias programadas, os clássicos têm lugar de honra. Na agenda oficial de apresentações do primeiro dia aparecem um Pontiac GTO 1965 preparado pela Ringbrothers, um Chevrolet Corvette 1967, um Ford Roadster 1936, Chevrolet Bel Air 1955 e até uma Dodge A100 1965. Na quarta, a EMPI mostra o Super Beetle Road Racer, edição comemorativa de 70 anos, um Fusca para os fãs brasileiros reconhecerem de longe. A feira também atrai nomes conhecidos do automobilismo e da cultura pop. Estão confirmados, entre outros, Richard Petty, Mario Andretti, Jay Leno, Chip Foose e integrantes do elenco de “Velozes e Furiosos”. Na sexta à noite, o SEMA Fest leva shows de rock ao estacionamento do centro de convenções. De carro até Las Vegas Para muitos brasileiros, o caminho até o SEMA também é parte da festa. Em 28 de outubro, uma caravana com mais de 50 carros saiu de Ball Ground, no estado da Geórgia, para cerca de 3.200 quilômetros de estrada até Las Vegas. A ideia, como mostraram as edições anteriores, é chegar rodando, e não em cima de um caminhão. O comboio reúne carros de épocas e estilos muito diferentes. Há um Corvette C4 1984, apelidado de “Calvette”, que já tinha rodado mais de 2 mil quilômetros antes mesmo da largada, e um Dodge Brothers de 1926, chamado de “Frank”, com piso e rodas de madeira. O roteiro passou por Arkansas, Texas e Arizona e incluiu um trecho da Rota 66, que completa 100 anos em 2026, entre Seligman e Nelson. Uma parada fora do roteiro No meio do caminho, uma surpresa. O Mercedes 190E com motor V12, inspirado em Ayrton Senna, teve problema na roda ainda no Alabama. Em Dallas, Richard Rawlings, criador da Gas Monkey Garage e apresentador de programas de TV sobre carros, encontrou um carro doador e abriu as portas da oficina para o reparo. A ajuda acabou se estendendo a outros carros do grupo. A Gas Monkey publicou a visita em 29 de outubro, com o próprio Rawlings posando ao lado da bandeira do Brasil. A caravana seguiu viagem e chegou a Las Vegas no dia 31. Paixão que atravessa fronteiras O SEMA é uma vitrine da indústria de peças e acessórios, mas a passagem dos brasileiros pela Gas Monkey lembra o que move o universo sobre rodas: pessoas que se ajudam na estrada, garagens de portas abertas e carros de diferentes épocas dividindo o mesmo caminho. Do Fusca de corrida ao Dodge de 1926, a história do automóvel segue sendo contada em movimento, e com sotaque brasileiro.

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Os modelos de 1996 que chegaram aos 30 anos em 2026

Para muita gente, eles ainda parecem carros “de ontem”. Estavam nas garagens da família, nas autoescolas, nos primeiros passeios de quem tirou a carteira nos anos 1990. Mas o calendário não perdoa: os modelos lançados em 1996 completam 30 anos e entram na idade em que um veículo pode ser reconhecido como de coleção. É uma boa hora para relembrar alguns deles e entender o que esse reconhecimento significa. Fiat Palio, um projeto de olho no Brasil O Palio foi lançado mundialmente em abril de 1996, em Ouro Preto (MG). Desenvolvido com o mercado brasileiro como foco principal, chegou com uma família de motores que ia do 1.0 ao 1.6 16v e se tornou um dos carros mais vistos nas ruas do país nas décadas seguintes. Chevrolet Vectra, tecnologia de sedã médio A segunda geração do Vectra chegou ao Brasil em 1996, poucos meses depois da estreia europeia, já com produção nacional. Foi o primeiro carro nacional com airbags duplos e suspensão traseira multilink, e usava o motor 2.0 em versões de 8 e 16 válvulas. Ford Fiesta, Ford Escort e BMW Série 5 O Fiesta foi lançado no Brasil em 1996, um ano depois do europeu, e a versão CLX trazia o moderno motor 1.4 16v Zetec SE. No mesmo ano, a sexta geração do Escort chegou com o motor 1.8 16v Zetec, de 115 cv, nas versões GL e GLX. Entre os importados, a BMW Série 5 de geração E39 desembarcou por aqui nas versões 528i, com seis cilindros, e 540i, com motor V8 4.4. O que a placa preta reconhece Completar 30 anos é só o primeiro passo. Pela Resolução 957/2022 do Contran, veículo de coleção é aquele fabricado há mais de 30 anos e com valor histórico próprio. Para ser reconhecido como original, ele precisa alcançar pelo menos 80 de 100 pontos na avaliação de suas características de fábrica, feita por entidades credenciadas pelo órgão federal de trânsito. Aprovado, o veículo recebe o Certificado de Veículo de Coleção (CVCOL), válido por 60 meses e renovável, e passa a constar no documento com a espécie “coleção”. A resolução também dispensa esses veículos de exigências dos artigos 104 e 105 do Código de Trânsito Brasileiro, que tratam de inspeção e de equipamentos obrigatórios, justamente para que o carro siga como saiu de fábrica. Mais do que uma placa Para quem guardou um Palio, um Vectra ou um Escort com cuidado, o reconhecimento tem um sentido especial. É a confirmação de que aquele carro, preservado com peças, acabamentos e detalhes originais, deixou de ser apenas um usado antigo e passou a contar um pedaço da história do automóvel no Brasil. Cada exemplar conservado ajuda as próximas gerações a entender como eram os carros, os gostos e o jeito de viver dos anos 1990.

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