Conheça o famoso carro da Barbie

Nada menos que um Corvette 1956 que não tem nada de fofo!

Recentemente, com a revelação dos indicados para o Oscar (a maior premiação de filmes do ano), muitos ficaram indignados pela não indicação da atriz Margot Robbie (atriz que fez o papel da Barbie no ano passado). Então, para homenagear a atriz e o icônico filmes da Bonecas Barbie que fez sucesso entre as crianças, falaremos sobre seu também icônico carro, que com certeza os mais amantes dos clássicos repararam ao assistir (pode ficar tranquilo, não vamos contar para ninguém que você assistiu ao filme).

(Foto: Cena do Filme Barbie, 2023, Warner Bros Discovery)
(Foto: Agência Limma Digital)

O CARRO

Como podemos ver nas cenas em que a personagem Barbie explora o seu mundo com o Ken, ela está dirigindo simplesmente um Corvette clássico de 1956, o conversível cuja primeira versão foi criada em 1953, possuí um dos designs mais memoráveis de todos, pois é limpo com as pontas arredondadas se diferenciando do padrão da época. Com um motor 6 cilindros em linha com 235 polegadas cúbicas (aprox. 6 metros) e 3,8 litros, possuía 150 HP. Porém, após o seu lançamento, ele teve um baixo índice de vendas, levando a Chevrolet a criar uma versão com motor V8, com 4,3 litros e 150 HP, o que fazia o carro alcançar até 200 km/h.

(Foto: Chevrolet Corvette 1956)

CURIOSIDADES

Apesar da sua versão oficial ter sido criada em 1953, antes disso, em 1951 a Chevrolet trabalhava em um protótipo, que chegou a ser exposto num evento em Nova York no mesmo ano do lançamento. Do protótipo até a versão final, o carro teve poucas mudanças, apenas modificando o para-brisas e os faróis.

O Corvette é uma clara inspiração do outro clássico Jaguar XK 120, a própria empresa assumiu isso, porém decidiram trazer uma versão mais moderna, e menos rustica, com traços menos agressivos, porém muito agradável para os olhos. Tanto que o nome “Corvette” vem de um navio de guerra chamado “Corveta”, que era usado em guerras, sendo as suas duas principais e melhores características, o tamanho pequeno e a sua agilidade.

(Foto: Imagem de época, Jaguar XK 120)
(Foto: Imagem de época, Mako Shark II)

Outra curiosidade interessante sobre este carro, é que, após o sucesso da versão de 56, o carro passou a ser aprimorado nas gerações seguintes, e uma das apostas da Chevrolet foi em seus designs posteriores. Uma dos fatores que impulsionou as vendas do veículo, foi o marketing criado em cima do formato do mesmo, sendo a segunda geração, com o design inspirado em uma arraia, e a terceira inspirada em tubarões, tanto que alguns modelos receberam os nomes dos respectivos animais, um exemplo é o Mako Shark II.

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Adeus ao IPVA e o que fazer agora?

O ano começou e você não paga mais IPVA, o que fazer agora? Saiba como reinvestir a economia gerada no seu veículo para garantir longevidade útil e valorizar sua história. Imagem original @tabata.fotografia Para milhões de motoristas brasileiros, janeiro é sinônimo de contas acumuladas e a temida chegada do IPVA. No entanto, para o universo do antigomobilismo, a virada do ano traz um alívio silencioso e satisfatório: a isenção tributária. Em muitos estados, como São Paulo, veículos com mais de 20 anos de fabricação deixam de pagar o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores. Mas, se engana quem pensa que esse dinheiro deve voltar para o bolso para pagar despesas domésticas. Para o verdadeiro entusiasta, o valor do “ex-IPVA” é um recurso sagrado, destinado a um único fim: a curadoria da máquina. Transformar essa economia em investimento no próprio veículo não é apenas um ato de paixão, mas uma estratégia inteligente de valorização do patrimônio. Abaixo, listamos as melhores formas de alocar esse capital para garantir que seu clássico continue rodando com elegância e confiabilidade. 1. O “Check-up” da Confiabilidade: Onde Ninguém Vê Muitos colecionadores focam na pintura e esquecem a “saúde” mecânica. Carros antigos costumam sofrer com o ressecamento de componentes de borracha. Utilize o valor economizado para uma revisão preventiva profunda: Sistema de Arrefecimento: Troque mangueiras, faça a limpeza do radiador e substitua o aditivo. O superaquecimento é o maior inimigo dos motores veteranos. Linhas de Combustível: Mangueiras de combustível antigas ressecam e são um risco real de incêndio. Substituí-las por modelos modernos e reforçados é um investimento baixo que salva vidas e patrimônios. Suspensão e Buchas: Trocar as buchas de bandeja e batentes renova a dirigibilidade, eliminando aqueles rangidos que tiram o prazer de um passeio de domingo. 2. Pneus: Segurança e Estética Se o seu carro roda pouco, é provável que os pneus ainda tenham “sulco”, mas estejam vencidos (o famoso pneu “pedra”). A borracha perde a aderência após 5 anos, independentemente da quilometragem. Dica do Especialista: Use o dinheiro para comprar pneus novos com desenho de época ou medidas originais. Pneus corretos não apenas garantem segurança, mas mudam drasticamente a postura visual do carro, algo essencial para quem busca a Placa Preta. 3. Estética Automotiva: O “Banho de Loja” A pintura de um carro antigo exige tratamentos diferentes das pinturas modernas. O dinheiro do IPVA pode financiar um detalhamento profissional (Detailing): Polimento Técnico: Para remover micro-riscos (swirls) e devolver o brilho profundo sem desgastar o verniz excessivamente. Vitrificação ou Ceras Nobres: Protegem a pintura contra a ação do tempo, essencial para carros que, às vezes, precisam ficar expostos em encontros sob o sol. Cromagem: Nada desvaloriza mais um clássico do que parachoques descascando. O reinvestimento na recromagem de peças de acabamento devolve o “sorriso” metálico do veículo. 4. Tapeçaria e Interior O interior é onde você passa o tempo. Rasgos no banco ou um painel trincado diminuem a experiência de condução. Invista em reparos localizados para manter a originalidade do tecido ou couro. Considere a higienização profunda de carpetes e forros de teto, eliminando odores de “guardado” e prevenindo mofo. 5. Documentação e Certificado de Originalidade Se o seu carro já atingiu 30 anos e mantém alto grau de originalidade, o melhor investimento possível é buscar o Certificado de Originalidade (Placa Preta). O valor economizado no imposto pode cobrir as taxas de filiação a um clube federado e os custos da vistoria técnica. Além do prestígio e da beleza da placa (agora no padrão Mercosul com letras cinzas/prateadas), o certificado atesta o valor histórico do veículo, o que impacta diretamente na sua cotação de mercado.

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