FEDERAÇÃO PAULISTA DE ANTIGOMOBILISMO | CARREGANDO...
Sincronizando clima e horário...

O automobilismo vs eletricidade

Conheça a história do primeiro carro elétrico inventado!

É perceptível que com o passar do tempo, os carros elétricos estão vindo cada vez mais forte no mercado, e caindo no gosto popular. E apesar de essa ser uma tendência recente, já existiram alguns clássicos que vinham com esse diferencial, como o Renault 5 Életrique, carro elétrico lançado na década de 70. Algumas empresas, como a própria Renault, estão começando a converter alguns clássicos, a carros elétricos.

(Foto: Museum/Heritage Images/Getty Images) Roger Wallace em seu carro elétrico, no ano de 1899

A HISTÓRIA

Mas o primeiro carro elétrico vem muito antes disso. A primeira bateria elétrica foi criada em 1828, por Ànyos Jedlik, e seu modelo foi sendo aprimorado com cooperação de outros inventores; Porém, foi em 1859 que houve um grande pulo tecnológico nesse quesito, onde o cientista francês Gaston Planté, inventou as primeiras baterias recarregáveis de chumbo-ácido, traduzindo, a bateria não precisava estar conectada à rede. Essa invenção, fez com que surgisse um meio de criar dispositivos móveis, que dependiam apenas da bateria, e não podemos deixar de citar Camille Faure, que em 1881 conseguiu aprimorar a capacidade de armazenamento de energia contido nessas baterias.

Gustave_Trouvé
(Foto: Esboço técnico de Gustave Trouvé , em Páris)
(Foto: Esboço técnico do projeto de bateria de Gaston Planté)

O PRIMEIRO PASSO

No fim daquele mesmo ano, Gustave Trouvé pode apresentar seu triciclo movido por uma bateria, na Exposição Internacional de Eletricidade em Paris. Gustave foi responsável por pequenas invenções que são úteis até hoje, como o microfone portátil, o protótipo do endoscópio, lanternas subaquáticas, etc.

OS VEÍCULOS

Porém, foi em 1888, que Andreas Floken apresentou o primeiro carro elétrico da história, seu nome era Elehtrowagen, consistia em uma charrete de quatro rodas, com uma bateria de 100 quilos, alcançava os incríveis 15Km/h apenas, porém esse era um grande marco para a época.

Após essa invenção, muitos se inspiraram, e criaram as suas versões aprimoradas do veículo, assim como Ferdinand Porsche, que muito antes de criar o fusca, explorava a ideia de um carro movido a bateria, criando assim o Egger Lohner-C2, conhecido também como P1. Utilizava uma bateria semelhante à do Elehtrowagen, porém rodava 80 quilômetros sem parar, e possuía uma carroceria aprimorada em relação aos antecessores.

Gostou do conteúdo? Compartilhe!

Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp

RD 50 a “Cinquentinha” que inaugurou a produção de motos no Brasil

Uma faixa estendida sobre a linha de montagem resumia o momento: “Viva!!! Enfim a motocicleta brasileira”, com a data 10/10/74 e uma saudação em japonês. Registros da época mostram as primeiras RD 50 azuis enfileiradas na fábrica, decoradas com bandeiras do Brasil e do estado de São Paulo. Aquela pequena moto de 50 cm³ marcou o início da indústria nacional de motocicletas em escala industrial. Dois anos antes da Honda CG 125, e onze anos antes da primeira fábrica no Polo Industrial de Manaus, a produção de motos no Brasil começava na Grande São Paulo. De importadora a fabricante A Yamaha chegou ao Brasil em novembro de 1970, como importadora. O primeiro escritório funcionava na Rua General Osório, no centro de São Paulo. Nos primeiros anos, a marca trazia do Japão modelos de motor dois tempos, como a FT 50 Mini Enduro, a FS1 50 de cinco marchas e a R5 de 350 cm³ e dois cilindros. A boa aceitação desses modelos levou a empresa a planejar algo maior: produzir motocicletas no próprio país. Guarulhos, a primeira fábrica fora do Japão A fábrica foi erguida em Guarulhos, às margens da Rodovia Presidente Dutra. A localização deixava a unidade próxima do interior paulista e do porto de Santos. Foi a primeira planta da Yamaha fora do Japão e a primeira fábrica de motocicletas instalada no Brasil. A data mais citada para o início das operações é 10 de outubro de 1974, a mesma registrada na faixa da linha de montagem. A cerimônia reuniu Isao Koike, presidente da Yamaha Motor Company, e Severo Gomes, então ministro da Indústria e Comércio. Algumas publicações situam a inauguração oficial em novembro de 1974, o que sugere que a produção tenha começado semanas antes da solenidade formal. A Cinquentinha A RD 50 era derivada da YB 50 japonesa, mas a versão brasileira recebeu ajustes próprios. Tinha mais potência que a matriz e câmbio de cinco marchas, contra quatro da YB 50. O motor monocilíndrico de dois tempos, com 49 cm³, entregava cerca de 6,5 cv a 9.500 rpm e 0,50 kgfm de torque a 8.500 rpm. Algumas fontes registram 6,2 cv. O desenho de linhas retas trazia um visual esportivo que a marca exploraria nos modelos seguintes. A Yamaha antecipou a produção para apresentar a moto no Salão do Automóvel de São Paulo de 1974. No evento, o público pôde experimentar a novidade em uma pista de test-ride montada pela marca. O apelido “Cinquentinha” veio do público e acompanhou o modelo durante toda a sua trajetória. A RD 50 ficou em produção até o fim dos anos 1970 e foi a primeira moto de uma geração inteira de motociclistas brasileiros. Por que “primeira motocicleta nacional” O Brasil já produzia veículos motorizados de duas rodas antes de 1974. Em 1955, a Lambretta do Brasil obteve licença para fabricar scooters e montou fábrica no bairro da Lapa, em São Paulo. No mesmo ano, a Monark começou a produzir modelos de baixa cilindrada, como a Monark 50, próxima de uma bicicleta motorizada. O pioneirismo da RD 50 está em outro ponto: foi a primeira motocicleta produzida em série, em linha de montagem industrial, por uma fábrica dedicada a motos no país. É nesse sentido que a história do motociclismo brasileiro a reconhece como a primeira moto nacional. Vale lembrar também que “nacional” se refere ao local de fabricação, e não à origem da marca. A Yamaha é japonesa, mas a RD 50 foi produzida em território brasileiro. O legado A RD 50 abriu caminho para uma família de modelos nacionais. Logo vieram a RD 75, evolução direta da Cinquentinha, e a RS 125, produzida com peças fabricadas no Brasil. A RD 350, primeira moto esportiva nacional, até hoje é procurada por colecionadores. Em 1976, a Honda iniciou a produção da CG 125, e o mercado brasileiro de motos ganhou a escala que conhecemos. Em 1985, a própria Yamaha inaugurou sua segunda fábrica, em Manaus, e em outubro de 2024 alcançou a marca de 5 milhões de motocicletas produzidas no país. Guarulhos funcionou por décadas como sede e centro de distribuição da marca. Recentemente, a Yamaha transferiu a sede para a capital paulista, mas a cidade segue lembrada como o berço da produção de motos no Brasil.

Leia mais »

Conheça todos os padrões de placas vigentes no Brasil

Desde 2020, todo veículo emplacado ou transferido no Brasil recebe a placa no padrão Mercosul, criado pela Resolução Contran nº 780/2019. O modelo trouxe fundo branco, faixa azul com o nome do país e a bandeira, e uma nova combinação de quatro letras e três números. Nesse padrão, a categoria do veículo não está mais na cor do fundo, como acontecia na antiga placa cinza. Ela aparece na cor das letras, dos números e da borda. Hoje existem seis cores em uso, e a placa de coleção tem duas versões: uma branca, válida em todo o Mercosul, e a tradicional placa preta, válida só no Brasil. As placas, uma a uma Particular — Caracteres Pretos É a placa mais comum do país e corresponde à categoria “particular” do Código de Trânsito Brasileiro (CTB, art. 96). Vale para carros de passeio, motos, caminhonetes e utilitários de pessoas físicas ou empresas, desde que usados sem fins de aluguel, aprendizagem, testes ou serviço oficial ou diplomático. Veículos de frota usados pela própria empresa, sem cobrar pelo transporte, também levam a placa preta. O mesmo vale para quem trabalha com transporte por aplicativo: esses motoristas não são obrigados a trocar para a placa vermelha. Comercial — Caracteres Vermelhos Identifica as categorias “aluguel” e “aprendizagem” do CTB, ou seja, veículos usados para transportar pessoas ou cargas mediante pagamento. Entram aqui táxis, ônibus, vans escolares, moto-táxis, caminhões de frete, carros de locadoras e veículos de autoescola. Quem dirige um veículo de placa vermelha em atividade remunerada precisa ter a observação “exerce atividade remunerada” (EAR) na carteira de habilitação. Táxis, por exemplo, também precisam de taxímetro nos municípios com mais de 50 mil habitantes. Oficial — Caracteres Azuis Exclusiva de veículos do poder público nas esferas municipal, estadual e federal. Estão nessa categoria os carros de prefeituras, governos, câmaras, tribunais e autarquias, além de viaturas policiais e ambulâncias da rede pública. O veículo é registrado em nome do órgão público e só pode ser usado a serviço dele. Por isso, a placa azul ajuda a fiscalização e a população a identificar o uso de bens públicos nas ruas. Diplomática — Caracteres Dourados Reservada a embaixadas, consulados, organismos internacionais e seus representantes credenciados no Brasil. É a placa mais rara de se ver nas ruas, concentrada principalmente em Brasília e nas capitais com representações estrangeiras, como São Paulo e Rio de Janeiro. A placa dourada sinaliza que o veículo tem as isenções e imunidades previstas em tratados internacionais, como a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas. Experiência e Fabricante — Caracteres Verdes Usada em veículos que ainda não estão liberados para circulação comercial. Há dois casos principais: Fabricante: montadoras e fabricantes de veículos, pneus, peças e sistemas usam a placa para testar protótipos e carros em homologação nas vias públicas. Experiência: empresas que compram, vendem, reformam, montam ou desmontam veículos usam a placa para deslocamentos ligados a essa atividade. Nesse caso, ela só vale na área da autoridade de trânsito que a emitiu. A autorização é concedida pelo Detran à empresa, não ao veículo, e precisa ser renovada todo ano. Entre as exigências estão alvará de funcionamento, seguro de responsabilidade civil contra terceiros e um livro de registro das saídas. Os documentos exatos variam conforme o estado. Coleção (válida no Mercosul) — Caracteres Cinza-Prata Versão da placa de coleção com fundo branco e letras cinza-prata. Leva o emblema do Mercosul e permite circular por todos os países do bloco, o que interessa a quem participa de encontros e ralis na Argentina, no Uruguai ou no Paraguai. Até junho de 2022, era a única opção para veículos de coleção no padrão Mercosul. As exigências para obtê-la são as mesmas da placa preta, explicadas mais abaixo. Coleção (válida só no Brasil) — a Placa Preta Fundo preto com caracteres brancos ou prateados, resgatando o visual clássico que identifica os carros antigos no Brasil desde a década de 1990. Foi criada pela Resolução Contran nº 887/2021 e passou a ser emitida em 1º de junho de 2022. Por ser exclusiva do Brasil, não leva o emblema do Mercosul e só vale dentro do território nacional. Quem pretende viajar com o carro para outro país do bloco precisa usar a versão branca com letras cinza-prata. A placa de coleção em detalhe A placa preta voltou a ser emitida em 1º de junho de 2022, depois de um pedido dos antigomobilistas atendido pelo Contran. Com a chegada do padrão Mercosul, os veículos de coleção tinham passado a usar apenas a placa branca com letras cinza. Para ter direito à placa de coleção, o veículo precisa cumprir as regras da Resolução Contran nº 957/2022: ter mais de 30 anos de fabricação, seja nacional ou importado; manter pelo menos 80% de originalidade; ter o Certificado de Veículo de Coleção (CVCOL), emitido em nome do proprietário, com QR Code e validade de cinco anos. O proprietário pode escolher entre as duas versões. A placa preta é a mais tradicional, mas só vale no Brasil. Para viajar pelos países do Mercosul, é preciso usar a placa branca com letras cinza-prata. Atenção a um erro comum: a placa branca com letras cinza não é uma categoria para “coleção modificado”. A Resolução 957 chegou a prever a placa de coleção para veículos modificados, mas esse trecho foi revogado logo depois. Hoje, só veículos originais podem receber qualquer uma das duas placas de coleção.

Leia mais »

Gasolina E32 pode ser mais fácil de adulterar segundo especialistas

Com a consolidação da mistura E32 (32% de etanol anidro na gasolina), o mercado de combustíveis passou a enfrentar um desafio técnico crítico: a facilitação das adulterações no varejo. Ao contrário de uma fraude simples por excesso de água ou álcool, o percentual de 32% abriu uma janela química maior para que adulteradores insiram solventes nocivos que passam despercebidos nas medições convencionais, gerando um risco direto de destruição mecânica. Por Que a Gasolina E32 é Mais Fácil de Adulterar? A vulnerabilidade da E32 reside no funcionamento do “teste da proveta” — a análise volumétrica rápida feita nos postos por meio da adição de água salina. A “Margem da Proveta”: O etanol em alta concentração (32%) atua como um solubilizante agressivo, permitindo que compostos químicos pesados (como nafta, metanol ou solventes industriais de baixo custo) fiquem temporariamente homogêneos na mistura. Quanto maior a proporção legal de álcool, maior é a margem que os criminosos têm para adicionar esses solventes clandestinos sem desestabilizar visualmente o líquido no tanque. O Mascaramento do Teste: No teste de 100 ml na proveta, a separação de fases mede apenas a quantidade aparente de etanol que se junta à água. Ao adulterar a E32, os fraudadores inserem os solventes e recalibram quimicamente a dosagem de álcool no lote. O resultado na proveta registra exatamente os 32% regulamentares, aprovando o combustível no posto, enquanto o tanque é preenchido com uma mistura corrosiva de solventes. Os Danos Mecânicos Severos da E32 Fraudada A presença desses solventes mascarados no volume da E32 deflagra reações destrutivas assim que o combustível entra no sistema de alimentação do motor: Derretimento de Vedações e Formação de Goma: Os solventes industriais empregados na fraude atacam violentamente componentes de borracha e polímeros. Mangueiras, juntas e diafragmas sofrem degradação acelerada e se dissolvem. Esse material borrachoso entra na linha de combustível e vira uma goma escura que trava agulhas e entope galerias e giclês. Ataque Ácido aos Metais: A interação da alta proporção de etanol com solventes pesados favorece a formação de substâncias altamente ácidas. Essa mistura acelera a corrosão interna de tanques metálicos e degrada componentes feitos em ligas de Zamak, alumínio e latão. Lavação dos Cilindros e Contaminação do Óleo: Solventes industriais têm ponto de ebulição diferente do da gasolina e não queimam adequadamente na câmara de combustão. Esse combustível não queimado escorre pelas paredes do cilindro, “lavando” o filme de óleo lubrificante e caindo no cárter. O óleo do motor perde sua viscosidade, resultando em atrito direto e desgaste prematuro de bronzinas, anéis e virabrequim. Detonação e Quebra por Falsa Octanagem: A adição de solventes de baixa qualidade destrói o índice de octanagem real da gasolina E32. Isso provoca a queima descontrolada (pré-ignição ou “batida de pino”), gerando picos extremados de temperatura e pressão na câmara de combustão que podem perfurar pistões e empenar bielas. Medidas de Proteção Como a E32 adulterada não é identificada pelo teste da proveta tradicional, a preservação do motor exige atenção aos sinais mecânicos e cuidados no abastecimento: Atenção aos Sintomas de Contaminação: Odor químico atípico no escapamento (similar a tinta ou querosene), dificuldades de partida a quente, falhas severas de aceleração e oscilações na pressão do óleo indicam presença de solventes no tanque. Uso de Linhas Premium / Alta Octanagem: Combustíveis da categoria premium possuem controle rígido de cadeia e amostragem laboratorial frequente, o que reduz significativamente o risco de fraudes por adição de solventes. Ação Imediata em Caso de Suspeita: Ao identificar combustível adulterado, esgote o tanque e limpe a linha imediatamente. Caso o veículo tenha rodado com o combustível contaminado, faça a troca preventiva do óleo do motor e do filtro para evitar a quebra por falta de lubrificação.

Leia mais »

ALTERAÇÃO NA LEI DE APLICAÇÃO DE MULTAS

Nem sempre aquela carta do Detran na caixa de correio significa um furo no orçamento para a restauração do seu clássico. O que muitos motoristas não sabem é que uma atualização recente no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) transformou a antiga “tolerância” das autoridades em um direito garantido por lei. Se você foi autuado em uma infração leve ou média, você pode estar isento tanto do pagamento da taxa financeira quanto da pontuação na sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O que mudou no Artigo 267? Até pouco tempo atrás, converter uma multa em advertência por escrito dependia do “bom humor” e da avaliação do diretor do órgão autuador. A lei dizia que a autoridade poderia converter a penalidade. Com a entrada em vigor da Lei 14.071/2020, o texto mudou: agora a lei diz que a penalidade de advertência deverá ser imposta. Ou seja, cumpriu os requisitos? A conversão é obrigatória. Quais são as regras para ter direito ao benefício? O mecanismo é excelente, mas exige um histórico limpo. Para que a sua multa seja transformada apenas em uma carta educativa, você precisa preencher simultaneamente dois requisitos: Gravidade: A infração cometida precisa ser de natureza Leve (3 pontos) ou Média (4 pontos). Histórico: Você não pode ter cometido nenhuma outra infração de trânsito (de qualquer natureza) nos 12 meses anteriores à data desta nova autuação. Como funciona na prática? Pela lei atual, os sistemas dos órgãos de trânsito (Detran, PRF, DER, prefeituras) deveriam fazer essa conversão de forma 100% automática ao cruzar os dados da infração com o seu prontuário. Se você preencher os requisitos, a autuação já deve chegar à sua casa no formato de “Advertência por Escrito”, sem código de barras para pagamento. E se o sistema errar e a cobrança chegar? Os sistemas eletrônicos não são infalíveis. Se você tem certeza de que seu prontuário está limpo há mais de um ano, mas mesmo assim recebeu a cobrança de uma multa leve ou média, não pague imediatamente. Você deve entrar com o recurso (Defesa Prévia) junto ao órgão autuador, citando a nova redação do Artigo 267 do CTB e exigindo o cumprimento da lei com a conversão da penalidade. Manter a frota histórica rodando também exige conhecer nossos direitos. Fique de olho no prontuário da CNH e não deixe de cobrar o que a lei garante!

Leia mais »

MASERATI uma super produção Internacional com lendas de Hollywood

O ronco dos motores clássicos e o drama das pistas estão prestes a invadir as telonas. O aguardado filme Maserati: The Brothers, que receberá o título comercial de Maserati: Alma de Corrida no Brasil, promete ser um dos grandes lançamentos deste fim de ano. A cinebiografia dramática mergulha na fundação e ascensão de uma das marcas de carros esportivos mais reverenciadas do mundo, encerrando a ambiciosa trilogia temática de automobilismo do produtor Andrea Iervolino (que também esteve por trás de Lamborghini: A História por Trás da Lenda e Ferrari). Com um trailer recém-divulgado que já vem movimentando a internet e os fãs de automobilismo, a obra conta com a direção do vencedor do Oscar Bobby Moresco (por Crash: No Limite). Uma história de família, velocidade e rivalidade A trama promete transportar o espectador para a Itália de 1914, ano em que os irmãos Maserati fundaram sua oficina na cidade de Bolonha. O roteiro não se limitará apenas às conquistas da engenharia, focando também no lado humano dos fundadores: a obsessão pela velocidade, as perdas e tragédias pessoais e, claro, o nascimento da histórica e acirrada rivalidade com gigantes vizinhas, como Ferrari e Lamborghini. Para dar vida a essa história, a produção montou um elenco que é uma verdadeira seleção de estrelas. O trio de irmãos fundadores é interpretado pelos talentos europeus Michele Morrone (como Alfieri Maserati), Salvatore Esposito (Bindo Maserati) e Lorenzo De Moor (Carlo Maserati). O peso dramático do filme, no entanto, é elevado ao máximo pela presença de veteranos consagrados de Hollywood. Anthony Hopkins interpreta Luca Antonelli, um personagem crucial que atua como financiador dos sonhos dos irmãos em uma época em que o mercado financeiro era incipiente. Segundo os bastidores da produção, Hopkins se envolveu profundamente com a obra, chegando a colaborar em ajustes no roteiro. Somam-se a ele o icônico Al Pacino no papel de Vincenzo Vaccaro (peça fundamental no drama familiar da trama), Andy García dando vida ao Sr. Rossini, e Jessica Alba no papel de Sandra. Produção grandiosa e atenção aos detalhes A fidelidade histórica é um dos grandes atrativos do longa. Para as cenas de corrida e ação, a equipe de produção, em parceria com oficinas autorizadas, recriou sob medida mais de 60 veículos históricos das décadas de 1920 e 1930. Entre as joias reconstruídas está o lendário Maserati Tipo 26. Embora os motores tenham sido adaptados para exigências e seguranças modernas, o design exterior e a reprodução dos sons clássicos prometem levar o público a uma viagem no tempo. As gravações ocorreram em locações reais para capturar a essência da marca, como as cidades italianas de Modena e Bolonha, além de grandiosos sets construídos nos famosos estúdios Cinecittà, em Roma. Trilha sonora de arrepiar Além do apuro visual, Maserati: Alma de Corrida promete emocionar pelos ouvidos. O longa conta com a canção original “One Right Here”, escrita pela multipremiada compositora Diane Warren. Nesta semana, foi confirmado pela imprensa internacional que a faixa será interpretada em um dueto grandioso entre o célebre tenor italiano Andrea Bocelli e a cantora e atriz americana Jennifer Hudson, consolidando a aura épica do filme. Com previsão de estreia em circuito limitado na Itália no dia 15 de outubro de 2026, e chegada aos cinemas brasileiros e mundiais logo na sequência, a cinebiografia se posiciona não apenas como um atrativo imperdível para os fãs de motores, mas como um intenso estudo de personagens sobre a busca pela grandeza.

Leia mais »
plugins premium WordPress