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Os 5 carros clássicos mais procurados atualmente

Com poucas variações ao longo do tempo, a VW com seu Fusca se mantêm na ponta!

Você já se perguntou quais são os clássicos mais procurados hoje em dia? Pois é sobre isso que falaremos hoje. A lista é de ordem do menos cobiçado ao mais cobiçado pelos brasileiros. Cada clássico teve a sua época de auge, porém alguns prevalecem até hoje, pois ainda dominam o coração dos amantes dos clássicos.

(Foto: Fiat Uno, imagem de época)
(Foto: Fiat Uno, imagem de época)

Fiat Uno

Começando com o quinto colocado, o nosso Uno pontua como um dos carros mais procurados até hoje no Brasil, pois, marcou uma geração inteira, e atualmente possui um preço muito em conta para quem quer um primeiro carro, estando hoje com o valor em torno de R$ 11.000 reais, continua sendo uma ótima opção versátil, simples e de fácil conserto.

(Foto: Volkswagen Parati, imagem de época)
(Foto: Volkswagen Parati, Revista Quatro Rodas)

VW Parati

Em quarto lugar, temos A Parati da Volkswagen, que chegou ao país em meados de 1982 para tomar o lugar do antigo Variant II, o carro se assemelha muito com o Gol, pois possui o design semelhante por serem da mesma “família” e diversas características parecidas. Atualmente, o VW Parati é encontrado em torno dos R$ 19.000 reais.

(Foto: Chevrolet Opala, imagem de época)
(Foto: Chevrolet Opala, imagem de internet)

Chevrolet Opala

Um clássico que conquista o coração de muitos até hoje, em terceiro lugar, o Chevrolet Opala se tornou um carro muito cobiçado por seu preço e seu design emblemático, lançado em 1968 no Brasil com a sua primeira versão, conquistou aos poucos o mercado até seu fim de produção em 1992. Apesar de ser o carro mais caro desta lista, ainda é possível obter um sem abrir um buraco enorme na sua conta bancária, custando cerca de R$ 32.000 reais, o Opala também se torna uma ótima opção.

(Foto: Chevrolet Opala, imagem de época)
Gol Copa 1600, modelo 1982, série especial da Volkswagen, em homenagem à Copa do Mundo de Futebol na Espanha.
(Foto: Gol Copa 1600, modelo 1982, série especial da Volkswagen, em homenagem à Copa do Mundo de 1982)

VW Gol

Dominando, como o segundo clássico mais procurado no Brasil hoje em dia, o Volkswagen Gol reverberou pelo país por muito tempo e domina as ruas do Brasil em qualquer cidade que você vá. Sem sombra de dúvidas, é um dos clássicos mais comum de ser encontrado por aí, apesar de sua fabricação ter se encerrado há algum tempo. Em 1980, a Volkswagen acertou completamente em seu design e preço, implacando de vez a sua marca. Atualmente podemos encontrar o Gol clássico por R$ 16.000 reais.

(Foto: Volkswagen Fusca 1962, acervo público)
(Foto: Volkswagen Fusca 1994, modelo "Itamar", acervo público)

VW Fusca

E óbvio que, quem dominaria o primeiro lugar não seria outro se não o Volkswagen Fusca. O clássico mais encontrado nas estradas do Brasil, de todas as cores imagináveis, virou um dos símbolos do nosso país. O Fusca tem uma história um tanto quanto inusitada, que se envolve diretamente com a Segunda Guerra Mundial, para ficar por dentro dessa incrível história, dê uma olhada na nossa matéria sobre o Fusca aqui no site. Podemos encontrar o Fusca em bom estado de conservação, com valores a partir de R$ 20.000 no mercado.

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SEMA 2026 abre em Las Vegas, e caravana brasileira chega rodando

O SEMA Show 2026 abriu as portas nesta terça-feira, 3 de novembro, no Las Vegas Convention Center, nos Estados Unidos. Até quinta, a feira é restrita a profissionais do setor e à imprensa. Na sexta, 6 de novembro, o público geral também pode visitar os pavilhões, que reúnem mais de 2 mil empresas expositoras e alguns dos projetos mais aguardados do ano no universo da personalização automotiva. Clássicos em destaque Entre as estreias programadas, os clássicos têm lugar de honra. Na agenda oficial de apresentações do primeiro dia aparecem um Pontiac GTO 1965 preparado pela Ringbrothers, um Chevrolet Corvette 1967, um Ford Roadster 1936, Chevrolet Bel Air 1955 e até uma Dodge A100 1965. Na quarta, a EMPI mostra o Super Beetle Road Racer, edição comemorativa de 70 anos, um Fusca para os fãs brasileiros reconhecerem de longe. A feira também atrai nomes conhecidos do automobilismo e da cultura pop. Estão confirmados, entre outros, Richard Petty, Mario Andretti, Jay Leno, Chip Foose e integrantes do elenco de “Velozes e Furiosos”. Na sexta à noite, o SEMA Fest leva shows de rock ao estacionamento do centro de convenções. De carro até Las Vegas Para muitos brasileiros, o caminho até o SEMA também é parte da festa. Em 28 de outubro, uma caravana com mais de 50 carros saiu de Ball Ground, no estado da Geórgia, para cerca de 3.200 quilômetros de estrada até Las Vegas. A ideia, como mostraram as edições anteriores, é chegar rodando, e não em cima de um caminhão. O comboio reúne carros de épocas e estilos muito diferentes. Há um Corvette C4 1984, apelidado de “Calvette”, que já tinha rodado mais de 2 mil quilômetros antes mesmo da largada, e um Dodge Brothers de 1926, chamado de “Frank”, com piso e rodas de madeira. O roteiro passou por Arkansas, Texas e Arizona e incluiu um trecho da Rota 66, que completa 100 anos em 2026, entre Seligman e Nelson. Uma parada fora do roteiro No meio do caminho, uma surpresa. O Mercedes 190E com motor V12, inspirado em Ayrton Senna, teve problema na roda ainda no Alabama. Em Dallas, Richard Rawlings, criador da Gas Monkey Garage e apresentador de programas de TV sobre carros, encontrou um carro doador e abriu as portas da oficina para o reparo. A ajuda acabou se estendendo a outros carros do grupo. A Gas Monkey publicou a visita em 29 de outubro, com o próprio Rawlings posando ao lado da bandeira do Brasil. A caravana seguiu viagem e chegou a Las Vegas no dia 31. Paixão que atravessa fronteiras O SEMA é uma vitrine da indústria de peças e acessórios, mas a passagem dos brasileiros pela Gas Monkey lembra o que move o universo sobre rodas: pessoas que se ajudam na estrada, garagens de portas abertas e carros de diferentes épocas dividindo o mesmo caminho. Do Fusca de corrida ao Dodge de 1926, a história do automóvel segue sendo contada em movimento, e com sotaque brasileiro.

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Os modelos de 1996 que chegaram aos 30 anos em 2026

Para muita gente, eles ainda parecem carros “de ontem”. Estavam nas garagens da família, nas autoescolas, nos primeiros passeios de quem tirou a carteira nos anos 1990. Mas o calendário não perdoa: os modelos lançados em 1996 completam 30 anos e entram na idade em que um veículo pode ser reconhecido como de coleção. É uma boa hora para relembrar alguns deles e entender o que esse reconhecimento significa. Fiat Palio, um projeto de olho no Brasil O Palio foi lançado mundialmente em abril de 1996, em Ouro Preto (MG). Desenvolvido com o mercado brasileiro como foco principal, chegou com uma família de motores que ia do 1.0 ao 1.6 16v e se tornou um dos carros mais vistos nas ruas do país nas décadas seguintes. Chevrolet Vectra, tecnologia de sedã médio A segunda geração do Vectra chegou ao Brasil em 1996, poucos meses depois da estreia europeia, já com produção nacional. Foi o primeiro carro nacional com airbags duplos e suspensão traseira multilink, e usava o motor 2.0 em versões de 8 e 16 válvulas. Ford Fiesta, Ford Escort e BMW Série 5 O Fiesta foi lançado no Brasil em 1996, um ano depois do europeu, e a versão CLX trazia o moderno motor 1.4 16v Zetec SE. No mesmo ano, a sexta geração do Escort chegou com o motor 1.8 16v Zetec, de 115 cv, nas versões GL e GLX. Entre os importados, a BMW Série 5 de geração E39 desembarcou por aqui nas versões 528i, com seis cilindros, e 540i, com motor V8 4.4. O que a placa preta reconhece Completar 30 anos é só o primeiro passo. Pela Resolução 957/2022 do Contran, veículo de coleção é aquele fabricado há mais de 30 anos e com valor histórico próprio. Para ser reconhecido como original, ele precisa alcançar pelo menos 80 de 100 pontos na avaliação de suas características de fábrica, feita por entidades credenciadas pelo órgão federal de trânsito. Aprovado, o veículo recebe o Certificado de Veículo de Coleção (CVCOL), válido por 60 meses e renovável, e passa a constar no documento com a espécie “coleção”. A resolução também dispensa esses veículos de exigências dos artigos 104 e 105 do Código de Trânsito Brasileiro, que tratam de inspeção e de equipamentos obrigatórios, justamente para que o carro siga como saiu de fábrica. Mais do que uma placa Para quem guardou um Palio, um Vectra ou um Escort com cuidado, o reconhecimento tem um sentido especial. É a confirmação de que aquele carro, preservado com peças, acabamentos e detalhes originais, deixou de ser apenas um usado antigo e passou a contar um pedaço da história do automóvel no Brasil. Cada exemplar conservado ajuda as próximas gerações a entender como eram os carros, os gostos e o jeito de viver dos anos 1990.

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Royal Enfield e Indian, duas lendas das motos chegam aos 125 anos

O ano de 1901 marcou o início de duas histórias que, mais de um século depois, continuam sendo contadas sobre duas rodas. De um lado do Atlântico, a Indian começava a produzir motos em Springfield, no estado americano de Massachusetts. Do outro, a Royal Enfield, na Inglaterra, apresentava sua primeira motocicleta. Em 2026, as duas marcas celebram 125 anos. Indian, a pioneira americana A Indian foi a primeira fabricante de motocicletas dos Estados Unidos, dois anos antes da Harley-Davidson. A marca cresceu rápido e, no auge, chegou a produzir cerca de 30 mil motos por ano, número expressivo para a época. A trajetória, porém, teve uma longa pausa. A fábrica fechou as portas em 1953, e o nome Indian ficou décadas fora das linhas de montagem, vivo na memória dos colecionadores e nas motos preservadas. O renascimento veio em 2011, sob o comando da Polaris Industries. Para o aniversário de 125 anos, a marca adotou o tema “Never Finished”, algo como “nunca acaba”, que resume bem a sua história. Royal Enfield, da Inglaterra para a Índia A Royal Enfield tem raízes ainda mais antigas. A empresa foi fundada em 1891 como Enfield Manufacturing Company, em Redditch, na Inglaterra, e adotou o nome Royal Enfield dois anos depois. A primeira motocicleta veio em 1901, um protótipo de bicicleta motorizada com motor de 170 cc. O capítulo que mudou o destino da marca começou em 1956, quando a Bullet 350 foi escolhida pela polícia da Índia e a montagem das motos passou a acontecer no país, então recém-independente da Inglaterra. Com o tempo, a produção britânica foi encerrada e a fábrica indiana seguiu adiante. Em 1994, a operação passou ao grupo Eicher, que conduz a marca até hoje. Uma série para lembrar a data Para marcar os 125 anos, a Royal Enfield criou uma série numerada da Classic 650 com 625 unidades no mundo, das quais 75 vêm para o Brasil. A moto tem pintura que muda de tom conforme a luz, entre vermelho, verde e dourado, emblema comemorativo no tanque, frisos pintados à mão e detalhes que lembram as primeiras motos da marca. Motos também são patrimônio As histórias da Indian e da Royal Enfield mostram que a preservação não é tarefa só dos carros. Motos antigas guardam soluções de engenharia, estilos de época e memórias de quem viveu com elas. Cada exemplar conservado ajuda a contar como as duas rodas se tornaram parte do cotidiano em diferentes partes do mundo.

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