FEDERAÇÃO PAULISTA DE ANTIGOMOBILISMO | CARREGANDO...
Sincronizando clima e horário...

Romaria dos Clubes Amigos

No próximo domingo, dia 26 de Março, acontece a 2° Romaria Anual de Carros Antigos dos Clubes Amigos. A romaria conta com o apoio da Federação Paulista de Antigomobilismo, e reúne clubes dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás, com o objetivo de visitar o santuário de Aparecida do Norte, padroeira do Brasil.

O encontro também promove o network e troca de experiências entre os clubes dos estados citados, fortalecendo o segmento e promovendo a cultura. O evento deste ano já apresenta números grandiosos de engajamento e inscrições em relação ao evento anterior, o que demonstra a força do segmento aliado a fé nacional.

A organização do evento juntamente com os clubes e adeptos participantes, estará realizando o recolhimento de alimentos não perecíveis, que serão destinados à famílias da cidade de Aparecida e região; A prática solidária já é uma tradição, fazendo parte da rotina da agenda antigomobilista, demonstrando nosso comprometimento e união.

Graal Market Dutra

Veja abaixo o itinerário completo e escolha a melhor opção!

SÃO PAULO – SP
🔴 Ponto de Encontro FPA
Graal Market Dutra | ⏰ Chegada as 6:00h | Saída as 6:40h

🔴 2° Ponto de Encontro
São José dos Campos – Passarela da Petrobrás | ⏰ Encontro em movimento as 7:20h

🟢 Santuário de Nossa Senhora Aparecida
⏰ Chegada as 8:20h

ATENÇÃO
📌 O comboio não irá parar no ponto de encontro;

📌 Os interessados em participar da carreata que partirá do Graal Três Garças, a saída da Rodovia Presidente Dutra será no km 67, na cidade de Guaratinguetá, em seguida ocorrerá um desfile por dentro da cidade de Aparecida do Norte, com o apoio da Guarda Civil Municipal até a chegada ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.

Valores de Pedágio de São Paulo até Aparecida

📌 Praça de pedágio em ARUJÁ – Tarifa R$ 3,40
📌 Praça de pedágio em GUARAREMA – Tarifa R$ 3,40
📌 Praça de pedágio em JACAREÍ – Tarifa R$ 6,20
📌 Praça de pedágio em PINDAMONHANGABA – Tarifa R$ 13,00

E para quem ainda não fez a inscrição, envie os dados abaixo para o WhatsApp (21) 97905-8241 (Leonel Maia).
Nome, contato, veículo, cidade, clube.

Aguardamos vocês!

 

Gostou do conteúdo? Compartilhe!

Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp

Documentário da Netflix revisita temporada mais dramática da Fórmula 1

O ano de 1994 e o nascimento de um gigante Três décadas após a sua realização, a temporada de 1994 da Fórmula 1 permanece como um dos capítulos mais marcantes e complexos da história do desporto motorizado. Foi o ano em que o jovem piloto alemão Michael Schumacher conquistou o seu primeiro campeonato mundial de pilotos ao volante do lendário Benetton B194. Com lançamento agendado para 2 de outubro na plataforma de streaming Netflix, o documentário “Schumacher 94: Nasce Uma Lenda” propõe um novo olhar sobre essa jornada inesquecível. Ao longo de 105 minutos de duração, a obra combina imagens de arquivo raras com entrevistas inéditas para reconstruir as vitórias e as intensas disputas vividas dentro e fora das pistas. Bastidores, família e a virada trágica em Ímola Um dos grandes destaques da produção é o vislumbre humano da ascensão do piloto alemão. O documentário conta com a participação especial de Corinna Schumacher, esposa do piloto, que partilha memórias sobre os desafios, a gestão da fama repentina e a rotina do casal durante aquele ano decisivo. Contudo, a narrativa não se esquiva da sombra que marcou o campeonato. O trágico fim de semana do Grande Prémio de São Marino, em Ímola, que resultou na morte do tricampeão mundial Ayrton Senna, é abordado como um momento central do documentário. A produção examina como a perda de Senna transformou radicalmente a perceção de risco entre os pilotos da época e desencadeou uma revolução sem precedentes nas exigências de segurança da categoria. A temporada que encerrou a era romântica da Fórmula 1 O ano de 1994 é frequentemente apontado por historiadores do automobilismo como o fim definitivo da “era romântica” da Fórmula 1. Antes daquele campeonato, a categoria ainda preservava uma essência na qual a coragem desmedida, o heroísmo e a pilotagem visceral falavam mais alto do que as limitações da engenharia. No entanto, a alteração abrupta no regulamento, que baniu as assistências eletrônicas no início daquele ano, tornou os carros mais instáveis e difíceis de domar. As sucessivas tragédias e acidentes forçaram a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) a repensar completamente o design das pistas, a ergonomia e resistência dos cockpits, e a própria filosofia de construção dos bólidos, transformando o desporto num ambiente muito mais clínico e regulamentado. Reviva o último grande ídolo da velha geração Assistir a este resgate histórico é, também, uma oportunidade ímpar para reviver os derradeiros momentos de Ayrton Senna nas pistas, indiscutivelmente o último grande ídolo daquela geração clássica. A temporada de 1994 representava o tão aguardado embate entre o tricampeão já consagrado que carregava a mística dos anos de ouro da categoria e o prodígio alemão em franca ascensão. A obra serve como um retrato dessa passagem de bastão interrompida de forma tão brutal, ilustrando como o mito do heptacampeão Schumacher começou a ser forjado no exato instante em que o mundo se despedia do seu herói mais reverenciado.

Leia mais »

Porsche relança o lendário 550 Spyder de James Dean em versão elétrica

O mito de 1955 e o legado do “Little Bastard” Poucos automóveis na história possuem uma mística tão intensa quanto o Porsche 550 Spyder. Apresentado em 1953 como o primeiro modelo de competição dedicado da marca alemã, o esportivo ultraleve conquistou as pistas mundiais impulsionado pelo seu motor boxer de quatro cilindros e comando duplo no cabeçote (o famoso motor Carrera de Ernst Fuhrmann). A fama do modelo cruzou as pistas e ganhou dimensões culturais quando o jovem ator norte-americano James Dean adquiriu uma das raras unidades para competir. Batizado carinhosamente de “Little Bastard” e ostentando o numeral 130 impresso na carroceria, o veículo foi o trágico palco do acidente que vitimou o ator em 30 de setembro de 1955, aos 24 anos. Com apenas 90 unidades originais produzidas na década de 1950, o 550 Spyder tornou-se uma das joias mais valiosas e cobiçadas do colecionismo mundial. O novo Porsche 550 J Spyder: Engenharia e escala Mais de seis décadas após o fim da produção original, a Porsche uniu forças com a Hedley Studios (renomada fabricante britânica especializada em recriações artesanais de luxo, anteriormente conhecida como The Little Car Company) para apresentar o 550 J Spyder. Diferente de réplicas convencionais, o modelo foi desenvolvido a partir de escaneamentos tridimensionais do projeto original da Porsche, mas com uma proposta técnica singular: Dimensões e Escala: O veículo possui 80% do tamanho do modelo original, medindo cerca de 2,9 metros de comprimento e capacidade para transportar até dois ocupantes. Construção Ultraleve: A carroceria é confeccionada em fibra de carbono, resultando num peso total de apenas 330 kg. Uso Restrito: Por não possuir homologação para vias públicas, o modelo é voltado exclusivamente para uso em propriedades privadas, pistas fechadas e coleções particulares. Motorização elétrica e tiragem limitada Sob a carroceria que reproduz com precisão os contornos do clássico da década de 50, o conjunto mecânico a combustão dá lugar a um propulsor 100% elétrico. O sistema de 48 volts entrega originalmente 11 cv de potência, mas pode alcançar 22 cv (16 kW) quando equipado com o pacote opcional de alta performance RS. Nessa configuração, o microcarro atinge uma velocidade máxima estimada em 80 km/h. A produção do 550 J Spyder será estritamente artesanal, limitada a 250 unidades para o mercado global. O preço inicial do modelo é de US$ 93.500 (aproximadamente R$ 510 mil na conversão direta), valor que pode se elevar significativamente de acordo com os pacotes de personalização oferecidos pela fabricante. A reflexão em nosso segmento, é uma “homenagem” ou “descaracterização”? O lançamento do 550 J Spyder coloca novamente no centro das atenções um dilema recorrente na cultura do carro antigo: o choque entre a inovação tecnológica do mercado de luxo e a preservação do patrimônio histórico automotivo. Para uma parcela dos entusiastas e investidores, essas releituras em escala reduzida e movidas a energia limpa são obras de arte de engenharia que mantêm viva a memória estética de ícones do passado, permitindo que novas gerações vivenciem o design clássico com segurança e praticidade. Por outro lado, os preservacionistas e puristas do antigomobilismo apontam que a ausência do ruído mecânico, do cheiro de combustível e do comportamento dinâmico do motor a combustão retira a própria essência e a “alma” do veículo histórico. Embora não receba o Certificado de Originalidade (Placa Preta) nem se enquadre nos critérios tradicionais de preservação da FPA devido à sua escala e propulsão moderna, o modelo reacende o fascínio por um dos desenhos mais marcantes da história da indústria automobilística.

Leia mais »

ALTERAÇÃO NA LEI DE APLICAÇÃO DE MULTAS

Nem sempre aquela carta do Detran na caixa de correio significa um furo no orçamento para a restauração do seu clássico. O que muitos motoristas não sabem é que uma atualização recente no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) transformou a antiga “tolerância” das autoridades em um direito garantido por lei. Se você foi autuado em uma infração leve ou média, você pode estar isento tanto do pagamento da taxa financeira quanto da pontuação na sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O que mudou no Artigo 267? Até pouco tempo atrás, converter uma multa em advertência por escrito dependia do “bom humor” e da avaliação do diretor do órgão autuador. A lei dizia que a autoridade poderia converter a penalidade. Com a entrada em vigor da Lei 14.071/2020, o texto mudou: agora a lei diz que a penalidade de advertência deverá ser imposta. Ou seja, cumpriu os requisitos? A conversão é obrigatória. Quais são as regras para ter direito ao benefício? O mecanismo é excelente, mas exige um histórico limpo. Para que a sua multa seja transformada apenas em uma carta educativa, você precisa preencher simultaneamente dois requisitos: Gravidade: A infração cometida precisa ser de natureza Leve (3 pontos) ou Média (4 pontos). Histórico: Você não pode ter cometido nenhuma outra infração de trânsito (de qualquer natureza) nos 12 meses anteriores à data desta nova autuação. Como funciona na prática? Pela lei atual, os sistemas dos órgãos de trânsito (Detran, PRF, DER, prefeituras) deveriam fazer essa conversão de forma 100% automática ao cruzar os dados da infração com o seu prontuário. Se você preencher os requisitos, a autuação já deve chegar à sua casa no formato de “Advertência por Escrito”, sem código de barras para pagamento. E se o sistema errar e a cobrança chegar? Os sistemas eletrônicos não são infalíveis. Se você tem certeza de que seu prontuário está limpo há mais de um ano, mas mesmo assim recebeu a cobrança de uma multa leve ou média, não pague imediatamente. Você deve entrar com o recurso (Defesa Prévia) junto ao órgão autuador, citando a nova redação do Artigo 267 do CTB e exigindo o cumprimento da lei com a conversão da penalidade. Manter a frota histórica rodando também exige conhecer nossos direitos. Fique de olho no prontuário da CNH e não deixe de cobrar o que a lei garante!

Leia mais »

MASERATI uma super produção Internacional com lendas de Hollywood

O ronco dos motores clássicos e o drama das pistas estão prestes a invadir as telonas. O aguardado filme Maserati: The Brothers, que receberá o título comercial de Maserati: Alma de Corrida no Brasil, promete ser um dos grandes lançamentos deste fim de ano. A cinebiografia dramática mergulha na fundação e ascensão de uma das marcas de carros esportivos mais reverenciadas do mundo, encerrando a ambiciosa trilogia temática de automobilismo do produtor Andrea Iervolino (que também esteve por trás de Lamborghini: A História por Trás da Lenda e Ferrari). Com um trailer recém-divulgado que já vem movimentando a internet e os fãs de automobilismo, a obra conta com a direção do vencedor do Oscar Bobby Moresco (por Crash: No Limite). Uma história de família, velocidade e rivalidade A trama promete transportar o espectador para a Itália de 1914, ano em que os irmãos Maserati fundaram sua oficina na cidade de Bolonha. O roteiro não se limitará apenas às conquistas da engenharia, focando também no lado humano dos fundadores: a obsessão pela velocidade, as perdas e tragédias pessoais e, claro, o nascimento da histórica e acirrada rivalidade com gigantes vizinhas, como Ferrari e Lamborghini. Para dar vida a essa história, a produção montou um elenco que é uma verdadeira seleção de estrelas. O trio de irmãos fundadores é interpretado pelos talentos europeus Michele Morrone (como Alfieri Maserati), Salvatore Esposito (Bindo Maserati) e Lorenzo De Moor (Carlo Maserati). O peso dramático do filme, no entanto, é elevado ao máximo pela presença de veteranos consagrados de Hollywood. Anthony Hopkins interpreta Luca Antonelli, um personagem crucial que atua como financiador dos sonhos dos irmãos em uma época em que o mercado financeiro era incipiente. Segundo os bastidores da produção, Hopkins se envolveu profundamente com a obra, chegando a colaborar em ajustes no roteiro. Somam-se a ele o icônico Al Pacino no papel de Vincenzo Vaccaro (peça fundamental no drama familiar da trama), Andy García dando vida ao Sr. Rossini, e Jessica Alba no papel de Sandra. Produção grandiosa e atenção aos detalhes A fidelidade histórica é um dos grandes atrativos do longa. Para as cenas de corrida e ação, a equipe de produção, em parceria com oficinas autorizadas, recriou sob medida mais de 60 veículos históricos das décadas de 1920 e 1930. Entre as joias reconstruídas está o lendário Maserati Tipo 26. Embora os motores tenham sido adaptados para exigências e seguranças modernas, o design exterior e a reprodução dos sons clássicos prometem levar o público a uma viagem no tempo. As gravações ocorreram em locações reais para capturar a essência da marca, como as cidades italianas de Modena e Bolonha, além de grandiosos sets construídos nos famosos estúdios Cinecittà, em Roma. Trilha sonora de arrepiar Além do apuro visual, Maserati: Alma de Corrida promete emocionar pelos ouvidos. O longa conta com a canção original “One Right Here”, escrita pela multipremiada compositora Diane Warren. Nesta semana, foi confirmado pela imprensa internacional que a faixa será interpretada em um dueto grandioso entre o célebre tenor italiano Andrea Bocelli e a cantora e atriz americana Jennifer Hudson, consolidando a aura épica do filme. Com previsão de estreia em circuito limitado na Itália no dia 15 de outubro de 2026, e chegada aos cinemas brasileiros e mundiais logo na sequência, a cinebiografia se posiciona não apenas como um atrativo imperdível para os fãs de motores, mas como um intenso estudo de personagens sobre a busca pela grandeza.

Leia mais »

Entrando na Trend, queremos saber o que aconteceu com os faróis dos anos 80?

Enquanto as redes sociais usam inteligência artificial para resgatar a estética oitentista, a FPA relembra a história do recurso mais desejado do design automotivo e os motivos do seu desaparecimento. Se você abriu o Instagram nos últimos dias, é quase certo que encontrou fotos geradas por inteligência artificial transformando conhecidos em personagens saídos de 1985. Cabelos volumosos, jaquetas de couro vibrantes, luzes em neon e uma boa dose de nostalgia pop dominaram as redes. Mas, enquanto a moda retrô ganha vida nas telas digitais, o universo sobre rodas guarda a lembrança de um elemento estético real que definia aquela mesma época: os faróis escamoteáveis (pop-up headlights). A estética da velocidade e a brecha na lei Muito além do charme visual, a ascensão dos faróis ocultos nas décadas de 1970 e 1980 foi uma resposta engenhosa da engenharia às regras rígidas do Departamento de Transportes dos EUA (DOT), que exigiam uma altura mínima para os faróis no capô. Para desenhar esportivos aerodinâmicos e rasteiros sem violar a legislação, os projetistas esconderam os faróis dentro da carroceria durante o dia. À noite, bastava acionar um botão para que motores elétricos erguessem os blocos ópticos, dando ao veículo uma “expressão” inconfundível. O ápice do desejo oitentista O recurso tornou-se o atestado definitivo de futurismo sobre rodas. Ícones como a Ferrari Testarossa, o Chevrolet Corvette C4, o icônico Mazda MX-5 Miata e a lendária Ferrari F40 transformaram a “piscada analógica” em marca registrada da cultura pop, marcando presença constante em postêres de quarto, capas de revistas e videogames da época. Por que a mania foi extinta? Dois fatores decretaram a morte do mecanismo na transição para os anos 2000: Segurança de Pedestres: Normas globais de proteção exigiram dianteiras deformáveis e arredondadas para mitigar impactos em atropelamentos, tornando as estruturas rígidas dos faróis erguidos um obstáculo regulatório. Tecnologia LED e Peso Extra: A chegada de canhões de luz compactos e dos LEDs eliminou a necessidade de esconder lentes grandes, além de aliviar o peso na dianteira e evitar falhas nas engrenagens mecânicas. Cultura viva sobre rodas O último modelo de série a carregar o recurso no mundo deixou a linha de produção em 2004. Hoje, enquanto o público usa filtros digitais para simular a estética dos anos 80, o antigomobilismo preserva o privilégio de manter acesa uma das soluções mecânicas mais charmosas da história do design.

Leia mais »
plugins premium WordPress