SEMA SHOW você conhece esse Mega Evento?

O evento reúne anualmente em Las Vegas/EUA milhares de empresários e apaixonados por Hot Rods

Não é segredo para grande parte dos amantes de carros que o SEMA Show é um dos eventos mais aclamados todo ano no cenário automotivo; Para quem não conhece, não se preocupe, pois, iremos contextualizar para você. O SEMA Show nada mais é do que um evento em Las Vegas que reúne diversas empresas, que possuem uma especialização em comum, venda de peças e equipamentos automotivos. O SEMA é um evento B2B (B to B), pois reúne diversas empresas que apresentam seus negócios para outras empresas.

SEMA SHOW em Las Vegas edição 2023
(Foto: Público no SEMA SHOW edição 2023)

HISTÓRIA

No ano de 1963, um grupo de fabricantes de peças para hot rods se juntou e decidiu criar uma associação. A princípio, a sigla “SEMA”, significava “Speed Equipaments Manufactures Association” (Associação de Fabricantes de Equipamentos de Velocidade), pois tinha total relação com o segmento em que eles atuavam. O “hot rods” é um segmento de amantes de clássicos, que são customizados a fim de torná-los carros de alta performance. Na década de 60 esse segmento ainda era pequeno.

SEMA SHOW 1967
(Foto: início do evento em 1967)
SEMA SHOW 1967
(Foto: Empresários e expositores no SEMA SHOW de 1967)

As atividades da empresa consistiam em fornecer produtos com o próprio padrão, e divulgar suas atividades entre o meio dos hot rods. Para a felicidade dos integrantes, esse meio ficou muito maior do que esperavam, o hot rodding basicamente se tornou uma indústria milionária, e a SEMA se tornou uma das principais empresas representantes. Com esse crescimento, a sigla mudou de significado, sendo agora “Speciality Equipment Market Association” (Associação do Comércio de Equipamentos Especiais), e ao passar do tempo, diversas empresas, lojistas e representantes se afiliaram à SEMA.

(Foto: SEMA SHOW na TV Discovery Turbo)
(Foto: Evento atual cada vez mais atrativo e moderno)

ATUALIDADE

Hoje em dia, a SEMA tem mais de 6.000 membros, que fazem o seu nome ficar no topo e mover cerca de 30 bilhões de dólares ao ano. Graças à grande popularidade e crescimento da empresa, hoje ela possui um dos maiores eventos anuais de carros, onde são reunidas diversas empresas, dispostas a mostrar o seu serviço e talvez até fechar um negócio. O primeiro SEMA show, no formato em que conhecemos agora, foi realizado em 1977, e de lá pra cá, o evento ganhou muita notoriedade, tanto que muitos conheceram o evento através de programas de televisão, pois o evento era recorrente em canais como o Discovery Turbo.

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Adeus ao IPVA e o que fazer agora?

O ano começou e você não paga mais IPVA, o que fazer agora? Saiba como reinvestir a economia gerada no seu veículo para garantir longevidade útil e valorizar sua história. Imagem original @tabata.fotografia Para milhões de motoristas brasileiros, janeiro é sinônimo de contas acumuladas e a temida chegada do IPVA. No entanto, para o universo do antigomobilismo, a virada do ano traz um alívio silencioso e satisfatório: a isenção tributária. Em muitos estados, como São Paulo, veículos com mais de 20 anos de fabricação deixam de pagar o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores. Mas, se engana quem pensa que esse dinheiro deve voltar para o bolso para pagar despesas domésticas. Para o verdadeiro entusiasta, o valor do “ex-IPVA” é um recurso sagrado, destinado a um único fim: a curadoria da máquina. Transformar essa economia em investimento no próprio veículo não é apenas um ato de paixão, mas uma estratégia inteligente de valorização do patrimônio. Abaixo, listamos as melhores formas de alocar esse capital para garantir que seu clássico continue rodando com elegância e confiabilidade. 1. O “Check-up” da Confiabilidade: Onde Ninguém Vê Muitos colecionadores focam na pintura e esquecem a “saúde” mecânica. Carros antigos costumam sofrer com o ressecamento de componentes de borracha. Utilize o valor economizado para uma revisão preventiva profunda: Sistema de Arrefecimento: Troque mangueiras, faça a limpeza do radiador e substitua o aditivo. O superaquecimento é o maior inimigo dos motores veteranos. Linhas de Combustível: Mangueiras de combustível antigas ressecam e são um risco real de incêndio. Substituí-las por modelos modernos e reforçados é um investimento baixo que salva vidas e patrimônios. Suspensão e Buchas: Trocar as buchas de bandeja e batentes renova a dirigibilidade, eliminando aqueles rangidos que tiram o prazer de um passeio de domingo. 2. Pneus: Segurança e Estética Se o seu carro roda pouco, é provável que os pneus ainda tenham “sulco”, mas estejam vencidos (o famoso pneu “pedra”). A borracha perde a aderência após 5 anos, independentemente da quilometragem. Dica do Especialista: Use o dinheiro para comprar pneus novos com desenho de época ou medidas originais. Pneus corretos não apenas garantem segurança, mas mudam drasticamente a postura visual do carro, algo essencial para quem busca a Placa Preta. 3. Estética Automotiva: O “Banho de Loja” A pintura de um carro antigo exige tratamentos diferentes das pinturas modernas. O dinheiro do IPVA pode financiar um detalhamento profissional (Detailing): Polimento Técnico: Para remover micro-riscos (swirls) e devolver o brilho profundo sem desgastar o verniz excessivamente. Vitrificação ou Ceras Nobres: Protegem a pintura contra a ação do tempo, essencial para carros que, às vezes, precisam ficar expostos em encontros sob o sol. Cromagem: Nada desvaloriza mais um clássico do que parachoques descascando. O reinvestimento na recromagem de peças de acabamento devolve o “sorriso” metálico do veículo. 4. Tapeçaria e Interior O interior é onde você passa o tempo. Rasgos no banco ou um painel trincado diminuem a experiência de condução. Invista em reparos localizados para manter a originalidade do tecido ou couro. Considere a higienização profunda de carpetes e forros de teto, eliminando odores de “guardado” e prevenindo mofo. 5. Documentação e Certificado de Originalidade Se o seu carro já atingiu 30 anos e mantém alto grau de originalidade, o melhor investimento possível é buscar o Certificado de Originalidade (Placa Preta). O valor economizado no imposto pode cobrir as taxas de filiação a um clube federado e os custos da vistoria técnica. Além do prestígio e da beleza da placa (agora no padrão Mercosul com letras cinzas/prateadas), o certificado atesta o valor histórico do veículo, o que impacta diretamente na sua cotação de mercado.

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